- Foto de Mel Gibson caracterizado como Jesus para a sequência A Ressurreição de Cristo, prevista para 2027, gerando polêmicas.
- Em 2006, ele fez comentário considerado antissemitista após ser detido por dirigir embriagado.
- Em 2010, ele agrediu a namorada Oksana Grigorieva; acordo de liberdade condicional por três anos, com um ano de terapia e serviços comunitários.
- Nos anos noventa, foi alvo de acusações de homofobia em entrevistas e declarações a jornalistas.
- Também em 2010, vazou uma gravação com o uso da palavra racial para a ex-namorada, e ele foi condenado a pagar 60 mil dólares mensais de pensão.
Uma foto de Mel Gibson caracterizado como Jesus para a sequência A Ressurreição de Cristo, prevista para 2027, foi divulgada nesta semana. O material alimenta debates sobre o retorno do ator a um papel central em seu próximo projeto.
A divulgação ocorre em meio a controvérsias que cercam Gibson ao longo da carreira, com registros de problemas com a Justiça e declarações polêmicas. A produção é alvo de críticas antes do início das filmagens.
Atores, equipe e fãs aguardam esclarecimentos sobre a produção, que segue sem data oficial de início de filmagens. O estúdio não confirmou detalhes adicionais sobre o elenco ou o enredo.
Histórico de controvérsias
- Antissemitismo: em 2006, após ser detido por dirigir embriagado, Gibson afirmou frases ofensivas sobre judeus, o que gerou críticas e processos internos.
- Agressões: em 2010, houve um episódio de violência contra a então namorada Oksana Grigorieva; Gibson reconheceu o ato, aceitando medida de liberdade condicional, terapia e serviços comunitários.
- Homofobia: relatos de comentários ofensivos na década de 1990, com acusações de linguagem discriminatória vindas de colegas de trabalho.
- Racismo: em 2010, uma gravação com a utilização da palavra considerada racista foi divulgada pela ex-namorada.
- Pensão: o juiz determinou o pagamento de pensão mensal após disputas envolvendo gastos com imóveis, com a obrigação de sustentar a ex-parceira.
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