- Penélope Nova, ex-VJ, gerou polêmica ao compartilhar críticas sobre segurança pública e lideranças nacionais no programa Além da Notícia, ao vivo.
- A comentarista questionou critérios para votar e associou milícias a políticos do centrão, citando ligações entre milícia e poder; afirmou que seus apoiadores não defendem ações associadas a crimes.
- O jornalista Felipe Reis contestou as afirmações, pedindo base em fatos e alertando sobre interpretações incorretas de falas e símbolos do cotidiano.
- A discussão ficou tensa quando Penélope disse que suas palavras foram mal interpretadas, alegando defender investigações e aguardar conclusão de apurações.
- O debate relembrous antigo mal-entendido sobre o boné com a sigla “CPX”, esclarecido pela imprensa como abreviação de “Complexo” para identificar comunidades no Rio de Janeiro, sem relação com crime.
Durante a transmissão ao vivo do programa Além da Notícia, Penélope Nova e Felipe Reis protagonizaram um bate-boca sobre segurança pública e liderança política. A discussão ocorreu no estúdio do programa, com o apresentador Paulo Mathias mediando o debate.
Penélope Nova fez observações sobre critérios para acompanhar figuras públicas e comparou gestões de grandes cidades. Ela argumentou que milícias possuem histórico no Rio de Janeiro e que suas ligações políticas favorecem alianças com o poder, segundo a leitura da apresentadora.
Felipe Reis contestou as declarações, defendendo que críticas devem ter base em fatos apurados. O jornalista afirmou que vincular eleitores de Penélope a milícias é falacioso e que uma acusação sobre roubo para comprar cerveja não tem comprovação.
Penélope Nova disse que o objetivo era destacar a importância das investigações e que houve distorção do que foi dito. A ex-VJ alegou que, quando as apurações forem concluídas, poderão ser comentadas com clareza.
Contexto sobre o boné e o tema milícias
A discussão também retomou um tema antigo: o boné com a inscrição CPX. A sigla já foi explicada pela imprensa como referência ao termo Complexo, utilizado para identificar conjuntos de comunidades no Rio de Janeiro, sem relação direta com atividades criminosas.
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