- Marcelo Médici, convidado da coluna GENTE, fala sobre as dificuldades de fazer humor em meio à polarização política e à pouca oferta de programas humorísticos na TV.
- Ele celebra 35 anos de carreira com a segunda comédia solo, cujo título é o nome da personagem Dona Lola, em cartaz no Teatro dos 4, no Rio de Janeiro.
- Além do teatro, Médici atua na novela A Nobreza do Amor, da TV Globo, no papel do padre Viriato.
- O humor brasileiro é tema de comentário dele, citando o fim de Zorra Total e a menor circulação de programas de humor na televisão aberta, além de mencionar a praça é nossa.
- O ator comenta a relação entre humor, política e internet/stand-up como alternativa, mantendo que o debate é necessário e que o humor pode seguir evoluindo.
Marcelo Médici, aos 54 anos, é o convidado desta semana da coluna GENTE. Em entrevista, ele comenta as dificuldades de fazer humor diante da polarização política, a escassez de programas humorísticos na TV e suas inspirações para levar risos e reflexão ao público.
O ator destaca que está celebrando 35 anos de carreira com a segunda comédia solo, cujo título remete à personagem inspirada nas mulheres da família. Além disso, atua na novela A Nobreza do Amor, da TV Globo, como o padre Viriato.
Médici falou sobre o cenário do humor no Brasil, lembrando que o humor de tevê aberta enfrenta mudanças e que formatos tradicionais ficaram defasados. Ele enfatiza a importância de manter espaço para humor de personagens, mesmo diante das novas plataformas.
Contexto do humor na TV
Segundo o humorista, o público ainda busca entretenimento leve, mas a televisão aberta tem receio de investir em programas de humor populares. Ele cita programas como Zorra Total e A Praça é Nossa, reconhecendo limitações e evolução de formatos com o tempo.
Sobre sua trajetória, Médici relembra a época em que integrou o elenco de programas consagrados e fala de aprendizados com nomes da comédia brasileira. Ele ressalta a relevância de manter a qualidade do conteúdo sem perder a essência.
Em relação ao público, o artista comenta o temor de não atrair plateia para a nova peça. A obra, baseada em relatos familiares, é apresentada aos domingos no Teatro dos 4, no Rio de Janeiro, com foco no cotidiano e nas lembranças da avó Dona Lola.
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