- Marilyn Monroe completaria 100 anos em 1º de junho; ela morreu aos 36 anos em 5 de agosto de 1962, vítima de overdose provocada.
- O livro Marilyn: The Lost Photographs, the Last Interview revela registros inéditos do último ensaio e da entrevista final com a jornalista Life, com lançamento externo e sem previsão de chegar ao Brasil.
- A obra reúne 432 fotografias de Allan Grant e quatro horas da conversa com o jornalista Richard Meryman.
- Sobre Hollywood: Monroe diz que não se via como mercadoria, mas percebeu exploração por parte de algumas corporações e a necessidade de impor limites.
- Sobre ser símbolo sexual: afirma que glamour e sexualidade devem ser naturais; não atuou de forma erótica e critica a ideia de ser reduzida a símbolo sexual.
- Sobre relacionamentos: afirma ter amadurecido com a fama, reconhece responsabilidades, e revela que, estando solteira, pode ser mais relaxada, com cuidado para não impactar familiares.
Nessa segunda-feira, 1º de junho, Marilyn Monroe completaria 100 anos. A atriz, modelo e cantora americana morreu em 1962, aos 36, em circunstâncias associadas ao uso de medicamentos. O livro Marilyn: The Lost Photographs, the Last Interview reúne parte das fotos inéditas do ensaio final e a íntegra da entrevista gravada com o jornalista Richard Meryman, nunca publicada na edição final da LIFE.
A obra, com 432 fotografias registradas por Allan Grant e quase quatro horas de conversa, traz revelações sobre a relação de Monroe com Hollywood, a construção de sua imagem de sex symbol e aspectos pessoais ainda debatidos. O material foi lançado no exterior pela Weldon Owen; não há confirmação de estreia no Brasil.
Hollywood e a indústria do cinema
A entrevista aponta críticas da atriz ao tratamento de estúdios, que ela descreve como mercadoria para o mercado. Monroe comenta a exploração de profissionais próximos, a necessidade de estabelecer limites e a percepção de que o sucesso depende de resultados imediatos da produção.
O simbolismo da beleza e da sexualidade
Ela afirma que, embora aceite o glamour, o papel de símbolo sexual pode pesar. Monroe defende que a beleza seja autêntica e que a sensualidade surja de naturalidade, não de encenações. Segundo o texto, ela rejeita a ideia de se reduzir a estereótipo de sexo.
Relacionamentos e maturidade
A atriz aborda o impacto da fama em sua vida pessoal, ressaltando a responsabilidade que acompanha o reconhecimento público. Monroe comenta experiências passadas como casada e a convivência com enteados, destacando o desejo de ser compreendida como pessoa, além da imagem pública.
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