- No centenário de Marilyn Monroe, as sobretudos e trench coats aparecem como peça-chave do guarda-roupa da atriz.
- Os casacos marcavam presença em looks de gala e em situações cotidianas, combinados com vestidos brilhosos, luvas e em viagens por Nova York e Los Angeles.
- A atriz costumava variar os tecidos e comprimentos, usando os sobretudos abertos, como capas, ou por cima de vestidos pretos tubinhos e saias lápis.
- Em 1953, em Londres, durante a promoção de O Rio das Almas Perdidas, ela recusou elegantemente tirar o sobretudo branco longo, que quase alcançava o tornozelo.
- O material revisita looks que evidenciam a importância dos sobretudos no estilo pessoal de Marilyn Monroe ao longo de sua carreira.
Marilyn Monroe completa 100 anos nesta segunda-feira, 1º de junho, e o olhar sobre seu guarda-roupa revela uma peça-chave: os sobretudos e trench coats. O conjunto, presente em eventos de gala e em cenas do dia a dia, marcava a silhueta e o glamour da estrela.
Em registros de arquivo, os casacos apareciam com vestidos longos, brilhos e luvas, mantendo o toque de elegância que a caracterizava. Mesmo em looks casuais, Monro não abria mão do glamour, usando os sobretudos para estruturar as produções.
O estilo pessoal da atriz combinava os casacos com saias lápis e vestidos pretos, explorando a versatilidade entre o capa e a peça sobressair. Tecidos variavam entre lã, seda e peles, adaptando-se à ocasião.
Em Londres, durante a turnê de divulgação de O Rio das Almas Perdidas em 1953, Monro recusou elegantemente tirar seu sobretudo branco maxi para fotógrafos, mantendo a imagem de cena e presença marcante.
Neste centenário, relembra-se a relevância dos casacos sobrepospostos na rotina de Monroe, que vão desde aparições públicas até momentos de gala, fortalecendo o legado fashion da atriz.
Vestidos de gala
Marilyn investia em sobretudos de pelos para eventos noturnos, mantendo o glamour ao acompanhar vestidos de linha estreita. Em uma estreia na Broadway, em 1955, o casaco de pelos foi combinado com vestido metalizado e efeitos dramáticos.
Este recurso de styling destacou a relação entre casaco e silhueta, repetindo a ideia de que o sobretudo completava o look sem apagar a figura central do visual. A escolha de materiais contribuía para o resultado final.
Casacos de pelos brancos, lavados em luzes de palco, aparecem como referência visual marcante nos relatos de época. O estilo de Monroe permanece influente em inspirações de moda para festas e eventos.
Saias lápis
Outra peça central do guarda-roupa eram as saias lápis, usadas com sobretudos para compromissos informais. A combinação mantinha a silhueta definida e favorecia movimentos elegantes, sem perder o toque de sofisticação.
Vestidos e saias lápis eram realçados por casacos de pele ou tecidos pesados, que davam acabamento e estruturavam o conjunto. A produção mantinha o equilíbrio entre formalidade e estilo contemporâneo.
Diversas opções de peças associadas à estética do período são citadas como referências para quem busca reproduzir o look de Monroe, desde peças de alfaiataria até casacos com acabamento em pelo.
Observação geral: o conteúdo apresentado retrata a leitura de guarda-roupa da atriz com foco na função dos sobretudos como elemento-chave, destacando momentos históricos, escolhas de estilo e impacto no vestuário de época.
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