- Em 1º de junho de 2026, Marilyn Monroe celebrou o centenário de nascimento (Norma Jeane Mortenson, 1º de junho de 1926, em Los Angeles).
- A infância foi marcada por instabilidade familiar; passou por lares adotivos e um orfanato após a ausência de estrutura familiar estável.
- Aos 16 anos casou-se com James Dougherty; durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou numa fábrica e foi fotografada, abrindo caminho para a carreira de modelo e, em seguida, de atriz.
- Assinou com a 20th Century Fox na década de 1940, transformou-se em símbolo de Hollywood e destacou-se em filmes dos anos cinquenta, incluindo O Pecado Mora ao Lado, que tornou famosa a cena do vestido esvoaçante.
- Marilyn também buscou atuar como atriz dramática, fundou uma produtora em 1955 e teve relacionamentos bem conhecidos; morreu em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, sob a hipótese de suicídio por overdose de barbitúricos, deixando um legado duradouro na cultura pop.
Marilyn Monroe completou 100 anos de nascimento em 1º de junho de 2026, marco que reacende o interesse pela icônica atriz de Hollywood. A data não costuma ficar apenas nos dados biográficos, mas nos impactos culturais que perduram até hoje.
Nascida Norma Jeane Mortenson, em Los Angeles, em 1926, a trajetória começou em meio a instabilidade familiar. Filha de uma mãe com problemas de saúde mental, foi criada em lares adotivos e passou boa parte da infância em situações de vulnerabilidade.
Aos 16 anos, casou-se com James Dougherty, abrindo caminho para a carreira que viria a transformá-la. Durante a Segunda Guerra, atuou em fábrica e foi fotografada para uma reportagem de incentivo ao esforço de guerra, o que impulsionou o talento para o modelismo.
O sucesso como modelo levou à assinatura com a 20th Century Fox. Assumiu o nome Marilyn Monroe e passou a buscar reconhecimento como atriz, além de trabalhar em estudos em Nova York com Lee Strasberg.
Nos anos 1950, Monroe consolidou-se com filmes como O Segredo das Joias, Torrentes de Paixão, Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário. A virada veio com papéis que combinaram humor e carisma.
Entre os destaques, a cena do vestido branco sobre a grade de ventilação em O Pecado Mora ao Lado tornou-se símbolo mundial. A imagem ajudou a firmá-la como referência de glamour e cultura popular.
Marilyn buscou também atuação dramática, fundou uma produtora em 1955 e estudou interpretação em Nova York, para ampliar seu alcance artístico diante de uma indústria dominada por homens.
Recebeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme Musical ou Comédia por Quanto Mais Quente Melhor, ganhando reconhecimento além do papel de símbolo de beleza.
Na vida pessoal, casou-se com Joe DiMaggio em 1954, relacionamento que atraiu enorme atenção midiática. Posteriormente, casou-se com o dramaturgo Arthur Miller, com quem ficou até o divórcio.
Rumores sobre uma relação com o presidente John F. Kennedy, acentuados pelo famoso “Happy Birthday, Mr. President”, contribuíram para a aura de mistério ao redor da estrela, ainda que não comprovados oficialmente.
Desafios pessoais marcaram a saúde de Monroe, com ansiedade, depressão e dependência de medicamentos. A fama intensa e a pressão do meio contribuíram para dificuldades emocionais ao longo da vida.
Em 5 de agosto de 1962, Monroe foi encontrada morta em Los Angeles, aos 36 anos. A causa oficial foi registrada como provável suicídio por overdose de barbitúricos, gerando consternação mundial.
O legado de Monroe transcende o cinema. Sua imagem influenciou artistas, como Andy Warhol, e continua presente em livros, documentários e obras de arte. A figura persiste como referência cultural e histórica.
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