- Karl Lagerfeld mantinha uma mansão de luxo para Choupette, que fica às margens do rio Sena e era avaliada em cerca de 10 milhões de libras.
- A gata Birman, hoje com 14 anos, estava incluída no testamento do estilista, mas sua herança de US$ 1,5 milhão não foi paga.
- Após a morte de Lagerfeld, em 2019, Choupette ficou sob os cuidados de Françoise Cacote, ex-governanta do estilista.
- Françoise afirmou que não houve repasse financeiro até o momento, conforme reportagem da Atlantic Magazine.
- O montante correspondente a aproximadamente R$ 8,7 milhões permanece sem pagamento.
A morte de Karl Lagerfeld continua gerando controvérsias sobre a vida de sua gata, Choupette. A felina, criada em luxo, chegou a ser incluída no testamento do estilista, mas não recebeu a fortuna prevista. A informação chega sete anos após o falecimento do designer, ocorrido em 2019.
Choupette, da raça Birman, vivia em uma mansão em Paris e recebia cuidados de alto padrão. O valor atribuído à herança para a gata era de US$ 1,5 milhão, equivalente a cerca de R$ 8,7 milhões, segundo relato de Françoise Cacote, ex-governanta que cuida da gata.
Aguardando pagamento, a ex-funcionária afirmou que nenhum valor foi repassado até o momento. Cacote revelou à Atlantic Magazine que “não recebemos absolutamente nada” referente à herança destinada a Choupette.
Herança não paga
Segundo a reportagem, a mansão parisiense onde Lagerfeld vivia foi avaliada em 10 milhões de libras (aproximadamente R$ 73 milhões). A situação envolve a cuidadora da gata e a própria herança prevista no testamento do estilista, ainda não quitada. A vida de Choupette, que hoje tem 14 anos, continua cercada de curiosidade pública sobre seu patrimônio. Diversas fontes ressaltam que o tema permanece sem solução até o momento.
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