- Letícia Sabatella, hoje com cinquenta e cinco anos, recebeu o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista aos cinquenta e dois anos.
- A atriz comenta que a confirmação trouxe novas percepções sobre si e sobre o espectro autista.
- Ela destaca o subdiagnóstico de mulheres e o estigma associado, dizendo que o comportamento feminino costuma ser julgado de forma desigual.
- A arte foi um caminho de socialização e expressão que ajudou a Sabatella a se inserir na sociedade antes do diagnóstico.
- A atriz defende mais inclusão e acessibilidade, chamando atenção para a necessidade de entender a neurodivergência de maneira mais ampla.
Letícia Sabatella, atriz de destaque, revelou ter recebido o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista aos 52 anos. A confirmação, aos 52, trouxe novas percepções sobre sua trajetória e sobre o papel da arte em sua inserção social. A atriz, hoje com 55 anos, reforça a importância do reconhecimento da neurodivergência.
A artista aponta o subdiagnóstico de mulheres no TEA como um entrave para a compreensão das diferenças. Segundo ela, o comportamento feminino costuma ser visto por padrões pré-estabelecidos, o que dificulta o diagnóstico e a aceitação.
Antes de saber do espectro, Sabatella encontrou na atuação um caminho para lidar com as exigências sociais. A expressão artística, segundo ela, funcionou como ferramenta de comunicação e de inclusão, abrindo portas em diferentes ambientes.
Subdiagnóstico e inclusão
A atriz destaca a necessidade de uma sociedade mais sensível à neurodivergência, com foco na acessibilidade e na aceitação de traços menos visíveis. A fala enfatiza que compreender o TEA é um desafio para políticas públicas e para o convívio diário.
Ela reforça a urgência de investir em educação e pesquisa sobre o autismo em mulheres, para ampliar o diagnóstico preciso e reduzir o estigma. O objetivo é promover condições que favoreçam a autonomia e a participação social.
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