- Mayk Leão, morador de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, ganhou centenas de milhares de seguidores após relatar suposta aparição de OVNI no Paraná na terça-feira, 2, subindo de 40 mil para 800 mil seguidores em poucas horas.
- Ele era conhecido por compartilhar a rotina na fazenda e por cuidar de cerca de 280 animais resgatados.
- Após o viral, Mayk afirmou ter recebido ataques sobre a sua sexualidade e foi acusado de uso de entorpecentes para justificar a divulgação.
- O relato inicial descreveu comportamento incomum dos animais, seguido da avistamento de uma estrutura luminosa com som de engrenagem, formato parecido com olho e luz avermelhada na base.
- Uma equipe de ufólogos liderada pelo pesquisador Dirceu Klemba confirmou uma visita ao local para avaliar o fenômeno.
Mayk Leão, influencer que registrou o suposto OVNI no Paraná, ganhou notoriedade em poucas horas após postar o vídeo. O caso ocorreu na terça-feira, 2, quando ele divulgou imagens e sons atribuídos a um fenômeno aéreo de origem desconhecida. A revelação ampliou sua base de seguidores de 40 mil para cerca de 800 mil, em ritmo acelerado.
Morador de uma propriedade rural em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, Mayk costuma compartilhar o cotidiano da fazenda e o manejo de cerca de 280 animais resgatados. Depois da viralização, ele afirmou ter recebido ataques por sua orientação sexual e ser acusado de uso de entorpecentes para justificar a divulgação do suposto OVNI.
Segundo Mayk, tudo começou com um comportamento incomum dos animais da fazenda, seguido do avistamento de uma estrutura luminosa. Ele descreveu um objeto com formato parecido com um olho, que emitia som de engrenagem e apresentava luz avermelhada na parte inferior.
A disseminação do vídeo chamou a atenção de pesquisadores. Uma equipe liderada pelo ufólogo Dirceu Klemba informou que irá ao local para avaliar o fenômeno. A expressão OVNI é usada para fenômenos aéreos de origem desconhecida.
Investigadores devem avaliar local e evidências
Dirigentes de pesquisa destacam que a visita visa verificar relatos e coletar dados adicionais. A participação do grupo pode esclarecer se há indícios que desafiem explicações convencionais. A imprensa acompanha os próximos passos do acompanhamento técnico.
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