- A Federação de Empregados de Cinema da Índia Ocidental (FWICE) retirou o apelo de boicote a Ranveer Singh após a suposta saída abrupta dele do Don 3 semanas antes das filmagens.
- A decisão ocorreu depois que Singh enviou uma notificação legal à federação; a BBC não teve acesso ao documento.
- Don 3, anunciado em 2023 por Farhan Akhtar, seria o próximo capítulo da franquia; Amitabh Bachchan iniciou a série em 1978 e Shah Rukh Khan já atuou no reboot.
- O presidente da FWICE, BN Tiwari, afirmou que a indústria apoia Singh e que o time jurídico da federação responderá à notificação.
- Ashoke Pandit disse que a decisão foi orientada por pedidos de várias organizações da indústria; Singh não comentou publicamente.
A FWICE, principal sindicato de trabalhadores do cinema na Índia, retirou o apelo para não trabalhar com o ator Ranveer Singh. A decisão ocorreu após o suposto abandono dele de Don 3, semanas antes do início das filmagens.
Segundo a legenda, o sindicato havia feito um apelo informal no mês passado, após os produtores de Don 3 reclamarem da saída repentina de Singh. A BBC afirma não ter acesso à notificação legal enviada pelo ator.
A Don 3, anunciada em 2023, seria a continuação de uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema indiano. Singh havia sido escolhido para conduzir a próxima etapa do projeto, que já contava com investimentos significativos em pré-produção.
Na quarta-feira, o presidente da FWICE, BN Tiwari, afirmou apoio a Singh e indicou que a resposta da equipe jurídica da entidade seria apresentada à notificação. Ashoke Pandit, assessora do sindicato, mencionou que a decisão atende a pedidos de várias organizações do setor.
Pandit também informou que o sindicato pediu que Singh participe de um encontro para resolver o impasse. O ator não fez comentários públicos; o porta-voz dele já declarou que Singh mantém a indústria cinematográfica e a dupla Don em alta estima e optou por não falar no momento.
O conflito teve início com a suposta saída de Singh das filmagens de Don 3, semanas antes do início das gravações no exterior. Produtores já haviam gasto cerca de 450 milhões de rúpias em atividades de pré-produção.
Situações semelhantes envolvendo artistas costumam repercutir no setor, embora o FWICE tenha reiterado, em ocasiões anteriores, não ter autoridade para impor boicotes, apenas orientar seus filiados.
Entre na conversa da comunidade