- Erika Januza vive em uma casa de esquina no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, com mais de 500 metros quadrados e área externa cercada por verde, incluindo uma piscina que lembra um lago natural.
- A atriz traz memórias da infância em Minas Gerais para o lar, com plantas em todos os ambientes; parte dos móveis foi desenhada por um ex-colega de trabalho.
- A casa funciona como uma autobiografia silenciosa, com objetos garimpados em viagens, obras de arte e uma miniatura da Bailarina de 14 Anos de Edgar Degas na mesa central.
- A reforma, que durou quatro anos, aconteceu junto com a ascensão da carreira de Erika e inclui itens que representam suas origens e ancestralidade, como objetos religiosos e uma máscara africana no “canto preto e branco”.
- A rotina da casa é ditada pelos quatro cachorros da atriz, especialmente a dogue alemã Luna, que tem espaço próprio; Erika descreve o lar como uma espécie de lua de mel contínua.
A atriz Erika Januza revela um refúgio no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, onde vive em uma casa de esquina de mais de 500 m² cercada pela natureza. O espaço foi pensado para oferecer calma, memória afetiva e pertencimento, longe das câmeras.
A residência traduz as origens da artista mineira, nascida em Contagem, com plantas que ocupam todos os ambientes e uma piscina que remete a um lago natural. A casa prioriza a sensação de acolhimento e a relação com a natureza.
A reforma levou quatro anos e coincidiu com o desenvolvimento da carreira de Januza na televisão, cinema e Carnaval. Partes do mobiliário nasceram de parceria com antigos colegas de trabalho, reforçando a ligação com memórias profissionais.
A decoração integra objetos garimpados em viagens, obras de arte e lembranças de momentos vividos. Entre itens marcantes, uma miniatura de A Bailarina de 14 Anos, de Degas, ocupa a mesa de centro, simbolizando a identidade da moradora.
Canto de lembranças e origem
O canto preto e branco da casa reúne objetos de origem africana, como máscara e colar, convivendo com xilogravuras e esculturas brasileiras. A protagonista reforça a presença de sua ancestralidade nos ambientes.
A adega, preservada na estrutura original, marca uma das referências históricas do imóvel. Um lustre antigo, sonho antigo da moradia, compõe o conjunto de elementos que simbolizam a trajetória de Erika Januza.
A rotina da casa é ditada pelos quatro cachorros da atriz, que ocupam os espaços com personalidade. Luna, a dogue alemã, ganhou espaço externo dedicado, com cama e retratos dos demais cães.
Vida no espaço e significado
A moradia funciona como uma autobiografia silenciosa, com objetos que remetem a experiências e fases da vida de Erika Januza. A atriz comenta que o local foi projetado para acolher e refletir suas origens, bem como a trajetória profissional.
A casa já é vista pela artista como uma espécie de lua de mel contínua com o espaço próprio. Em entrevista, a moradora descreve a sensação de viver em um sonho que se materializou com o tempo.
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