- Cleo Pires estreou nas novelas em América, em 2005, vivendo a personagem Lurdinha.
- A atriz relembra ter sofrido assédio de homens na rua e afirma que não gostava disso, respondendo de forma firme.
- Ela diz que não era obrigado a aceitar o assédio por ser famosa e que reagir não a tornava “escrota”; o erro, segundo ela, seria quem comenta.
- O relato também destaca o carinho do público, especialmente das mulheres, que a acompanhava e fazia brincadeiras positivas.
Cleo Pires relembra o assédio que sofreu na época em que fazia a novela América, da Globo, em 2005. A atriz afirma que a fama trouxe situações de desrespeito nas ruas, que ela enfrentava com firmeza.
A estreia no folhetim a consolidou como Lurdinha, e a repercussão foi grande. A experiência mostrou um lado negativo da visibilidade e do assédio que acompanhava seu dia a dia.
Ela contou em podcast que não gostava de ouvir ofensas de homens na rua e que reagia com firmeza. Não era uma forma de aceitar o assédio, mas uma resposta necessária diante da situação.
Segundo a atriz, não era porque é famosa que precisa silenciar diante de constrangimentos. A reação era simples: perguntar o que a pessoa quis dizer e seguir em frente, sem ceder ao assédio.
Cleo acrescentou que, mesmo diante do desconforto, o carinho do público sempre foi maior. Ela lembra que a recepção das fãs era positiva e diferente das abordagens invasivas.
A artista destacou ainda que as mulheres costumavam abordar com afeto e falar da boa lembrança de seu trabalho na novela, o que contrastava com o assédio que mencionou.
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