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Dia dos Namorados: celebridades que já falaram sobre dependência emocional

Dia dos Namorados acende debate sobre dependência emocional; especialistas indicam sinais, riscos e caminhos para recuperar a autonomia afetiva

Relatos de famosos ajudam a jogar luz sobre a dependência emocional; especialista explica os sinais do problema
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  • Dia dos Namorados ilumina debates sobre dependência emocional, com artistas abrindo sobre apego excessivo e sofrimento em relacionamentos.
  • Eduardo Sterblitch revelou, no Papo de Segunda, sentir necessidade constante de carinho e acolhimento, buscando afeto em parceiros e amizades.
  • Lexa relatou o peso emocional de manter um vínculo prejudicial e a dificuldade de encerrar ciclos marcados por sofrimento.
  • Lucas Guimarães falou sobre os desafios de manter a própria identidade em relação a Carlinhos Maia, diante da dependência emocional.
  • Mariana Goldfarb usa as redes para alertar sobre riscos de relacionamentos abusivos e perda de autonomia; a terapeuta Glaucia Santana explica sinais e caminhos para recuperar autoestima e autonomia.

O Dia dos Namorados também traz espaço para refletir sobre relacionamentos desequilibrados. Artistas passaram a falar abertamente sobre dependência emocional, apego excessivo e sofrimento, destacando a importância da autonomia afetiva.

Entre os relatos, o humorista Eduardo Sterblitch admitiu reconhecer traços de dependência emocional em suas relações, buscando carinho e acolhimento com mais frequência. Lexa abriu o jogo sobre o peso de manter vínculos prejudiciais.

O apresentador Lucas Guimarães comentou sobre a dificuldade de manter a própria identidade em relação a Carlinhos Maia, ressaltando a necessidade de equilíbrio emocional no casal. Mariana Goldfarb alerta para riscos de isolamento emocional.

Sinais e caminhos

A terapeuta Glaucia Santana, do Espaço Hi, explica que dependência emocional costuma se confundir com amor, mas envolve insegurança e medo de abandono. Ela descreve padrões de intermitência e busca constante por validação.

Segundo a especialista, relacionamentos com término frequente, sumiços e reconciliações intensas criam um ciclo vicioso. O cérebro passa a buscar pequenas recompensas emocionais como prova de afeto.

Para romper o ciclo, Glaucia recomenda recuperar a autonomia, parar de romantizar o sofrimento e fortalecer a autoestima fora do vínculo. Estabelecer limites e buscar apoio profissional também ajudam.

A especialista destaca que aprender a ficar sozinho é fundamental, assim como reconhecer que amor não é controle. Buscar entender feridas de apego pode facilitar a recuperação emocional.

Em meio à romantização das relações perfeitas, o Dia dos Namorados pode servir para discutir vínculos saudáveis e a diferença entre amar e depender. Fonte: Gaivota Comunicação.

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