- Karen Bachini rebateu influenciadora que a chamou de “suja” para vender curso de imagem pessoal.
- Ela afirma que sua imagem foi usada sem autorização como exemplo de aparência que transmitiria sujeira e desorganização para promover o curso.
- No vídeo, a analista aponta elementos como frizz, brilho na pele e composição “caótica” como possíveis sinais de desorganização, usados para justificar o treinamento.
- Karen contestou a ideia de que percepções de beleza são universais e criticou o uso comercial de sua imagem sem autorização.
- A influenciadora também ressaltou que sua trajetória mostra que não é preciso seguir padrões estéticos para alcançar reconhecimento e alertou para riscos jurídicos do uso não autorizado de imagens.
A influenciadora de beleza Karen Bachini reagiu a uma criadora de conteúdo que usou sua imagem para promover um curso de imagem pessoal. O material foi veiculado em redes sociais, com uma análise de características estéticas anunciando uma construção de posicionamento profissional.
Karen afirma que a imagem foi utilizada sem autorização para embasar uma peça comercial. Ela questiona a prática de transformar uma avaliação de aparência em gancho para venda de serviços e cursos, destacando o uso comercial de sua imagem.
No vídeo, a criadora analisa fotos de Bachini e aponta elementos como frizz, brilho da pele e uma montagem visual considerada caótica. A autora, no entanto, diz que não está dizendo que a influenciadora é suja, mas que a percepção pode variar entre o público.
A influenciadora contestou a ideia de que padrões de beleza estariam universalmente ligados ao sucesso. Ela relembrou que sua trajetória inclui traços recorrentes de sua identidade digital, como cabelos coloridos e textura natural dos fios, além de vídeos com imagens da pele em detalhes.
Bachini também enfatizou que o uso comercial de imagem sem autorização pode ter implicações legais. Ela pediu que criadores procurem permissão previamente para evitar usos promocionais de terceiros.
A notícia ressalta ainda a diferença entre reagir a conteúdos de figuras públicas e utilizar imagens para promover produtos. Bachini defende que a autorização prévia protege tanto criadores quanto públicos-alvo, mantendo a prática profissional.
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