- Gisele Bündchen aparece na capa da W Magazine e relembra o início da carreira e o impacto na moda dos anos noventa.
- Ela afirma que o rótulo de “retorno da modelo sexy” não foi planejado; a sensualidade, segundo ela, veio da saúde e de ser apenas ela mesma.
- A modelo fala sobre as rejeições iniciais e como a resiliência foi fortalecida por testes e inúmeros “não” antes do sucesso mundial.
- A percepção do público e dos estilistas foi além da estética: a personalidade e a energia dela foram marcantes, e o ensaio atual é visto como crú, natural e honesto.
- O famoso caminhar de cavalo, que define seu estilo de desfile, nasceu da sua vida no Brasil, da prática esportiva e da necessidade de equilíbrio, com 1,78 m de altura e 35 de tamanho de calçado.
Gisele Bündchen, estrela da capa da W Magazine, abriu a entrevista relembrando o começo da carreira na moda no fim dos anos 1990 e o impacto de suas escolhas na indústria. A conversa ocorreu em torno das mudanças promovidas por seu trabalho na época.
A modelo gaúcha explicou que o rótulo de modelo sexy não foi algo que planejou. Segundo ela, sensualidade decorre de saúde e autoconfiança, e não de uma estratégia de imagem projetada pela própria carreira.
Resiliência diante de rejeições
A artista relembra que o sucesso veio acompanhado de muitos recusos e aprendizados. Ela afirma que as negativas ensinaram a manter a autoestima externa às opiniões alheias e a seguir em frente, com testes constantes e noites sem terminar de trabalhar.
A conversa destaca ainda que a afinidade com público e estilistas foi além da aparência física. Bündchen comenta que a verdade que transmitia no palco era a de uma pessoa viva, feliz e com energia, reflexo de uma moda que caminhava para mudanças naquele período.
O estilo de desfile e a origem brasileira
Entre relatos, a supermodelo menciona o famoso caminhar enérgico, conhecido no exterior como horse walk. Ela explica que o movimento nasceu da vivência no Brasil, da prática esportiva e da necessidade física de se manter firme nos saltos altos.
A narrativa reforça que o andar marcante ajudou a sustentar a presença nos desfiles. Para Bündchen, desfilar sempre foi mais do que vestir roupas; tratava-se de transmitir confiança e vigor ao público.
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