- O ator e diretor Selton Mello disse não ter interesse em assistir à Copa do Mundo e afirmou que os jogadores não têm “amor pela camisa”.
- A declaração gerou curiosidade sobre por que algumas pessoas acompanham o torneio com intensidade enquanto outras não demonstram interesse.
- Especialistas dizem que a ligação emocional com o evento depende de experiências pessoais, memórias afetivas e contexto de vida.
- A psicóloga Anastacia Cristina Macuco Brum Barbosa explicou que quem cresceu assistindo aos jogos em família costuma ter maior conexão emocional com o futebol; quem não teve essas experiências pode não sentir o mesmo entusiasmo.
O ator e diretor Selton Mello afirmou não ter interesse em acompanhar a Copa do Mundo, gerando questionamentos sobre a relação de alguns torcedores com o torneio. A declaração foi feita nas redes sociais e ganhou repercussão.
Ele revelou não saber quando os jogos ocorrem e citou ícones do futebol que marcaram sua memória, sugerindo uma queda na identificação com a seleção. A fala provocou debates sobre engajamento com o país no esporte.
Especialistas ressaltam que o desinteresse não é isolado, dependendo de memórias, contexto de vida e experiências com o futebol. A psicóloga Anastacia Cristina Macuco Brum Barbosa aponta que a ligação emocional é moldada por lembranças compartilhadas em família.
Quem não teve esse repertório pode não sentir o mesmo entusiasmo, afirma a especialista. No geral, a emoção está ligada aos significados que construímos ao longo da vida, explica.
A psiquiatra Jessica Martani destaca que prioridades mudam com o tempo. Ao chegar à idade adulta, trabalho e responsabilidades costumam ganhar espaço, e frustras relacionadas ao futebol também podem influenciar o sentimento em relação ao Mundial.
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