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Marilyn Monroe: segredo do vestido que nunca sai de moda

Vestido rosa de cetim, criado por William Travilla, usado por Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras, tornou-se ícone duradouro da moda e da cultura pop

Marilyn Monroe e seu vestido rosa: lenda
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  • O vestido rosa de cetim criado por William Travilla foi usado por Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras, em mil-novecentos cinquenta e três.
  • A peça nasceu como figurino de filmagem, com costuras improvisadas e ajustes rápidos para funcionar diante das câmeras.
  • Hoje o vestido é símbolo de glamour, feminilidade e espetáculo, influenciando a moda e a cultura pop ao longo das décadas.
  • A peça está em evidência na exposição Marilyn Monroe: Hollywood Icon, em Los Angeles, no mês do centenário de nascimento da atriz.
  • A influência do vestido se estende a referências como Madonna em Material Girl e movimentos como Barbiecore, mantendo-se relevante na estética do rosa e do cetim.

O vestido rosa de cetim, criado pelo figurinista William Travilla, continua fascinando após mais de 70 anos. Marilyn Monroe o usou para cantar Diamonds Are a Girl’s Best Friend, no filme Os Homens Preferem as Loiras, em 1953, tornando-se símbolo de glamour.

O traje nasceu sob pressão: costuras improvisadas, ajustes de última hora e calor dos refletores. O estúdio buscava reconquistar a imagem de Marilyn após fotos nuas antigas, e Travilla teve pouco tempo para entregar a nova proposta de número musical.

A peça atravessou o tempo como ícone visual, influenciando a moda e a cultura pop. Em 1985, Madonna reimaginou a cena em Material Girl, consolidando o vestido como referência do camp glam e da estética dos anos 1980.

Hoje, a exposição Marilyn Monroe: Hollywood Icon, em Los Angeles, destaca detalhes pouco conhecidos do figurino. O vestido revela a relação de Monroe com a construção de sua imagem e com a própria narrativa pública.

A mostra também aponta a influência contínua do traje na moda, em passarelas, editoriais e referências visuais associadas ao rosa, ao cetim e à ideia de poder e espetáculo.

A leitura histórica enfatiza que Monroe foi estrategista da própria carreira, escolhendo imagens e supervisionando retratos. O vestido rosa é apresentado como materialização dessa gestão de imagem.

A peça permanece relevante em meio à estética contemporânea, que resgata o glamour de Hollywood em novas leituras. O rosa continua presente em referências modernas de estilo, celebrando a aura da atriz.

Veja o material da exposição, com croqui original de Travilla e imagens de montagem para a mostra, que destacam como a fantasia permanece viva no imaginário fashion.

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