- A apreensão do Cadillac Escalade ESV 4X4 Lux de Kauan, da dupla com Matheus, ocorreu em 22 de outubro de 2025, após disputa judicial por dívida.
- Aymoré Financiamentos moveu a ação em janeiro de 2025, alegando inadimplência e pedindo a busca e apreensão, com financiamento de cerca de R$ 1,5 milhão e o veículo como garantia.
- Kauan afirmou que já havia pago parte substancial do financiamento e que a medida foi ilegal; a financiadora contestou, dizendo que o pagamento quitado era inferior a quarenta por cento da dívida.
- Uma audiência de conciliação realizada em 17 de abril de 2026 terminou sem acordo, mantendo o impasse.
- O processo segue em andamento, com a apreensão do carro válida até decisão final, e as próximas etapas dependerão das provas apresentadas pelas partes.
Um carro de luxo de Kauan foi apreendido pela Justiça em uma disputa por dívida milionária. O artista é alvo de uma ação movida por uma financeira, que aponta inadimplência. A apreensão ocorreu após meses de tramitação no processo.
O veículo é um Cadillac Escalade ESV 4X4 Lux financiado em 2024. Segundo os autos, o carro estava alienado como garantia da operação. A medida foi decretada pela Justiça após a financeira pedir busca e apreensão.
A ação foi movida pela Aymoré Financiamentos em janeiro de 2025. A empresa afirma que Kauan deixou de pagar as parcelas do financiamento, o que embasou o pedido de retenção do veículo.
O Cadillac foi apreendido em 22 de outubro de 2025. A decisão ocorreu após a análise inicial dos documentos no processo, que já contava com fases de movimentação judicial.
Kauan contestou a medida, alegando irregularidades. O cantor afirmou que a busca e apreensão foi ilegal e questionou um pedido de suspensão ainda não julgado.
A financiadora rebateu a defesa, alegando que o valor quitado pelo artista era inferior ao divulgado. Segundo a empresa, o pagamento não chegaria a 40% da dívida.
A disputa ganhou continuidade judicial e passou a depender da análise de provas apresentadas pelas partes. O processo permanece em andamento.
Uma audiência de conciliação ocorreu em 17 de abril de 2026 por videoconferência, mas não houve acordo entre Kauan e a Aymoré Financiamentos. O impasse segue sem composição.
Agora, as partes devem informar à Justiça quais provas pretendem produzir, etapa relevante para o andamento do processo. O desfecho ainda depende das próximas deliberações.
O tema envolve questões de contrato, alienação fiduciária e garantias em financiamentos de alto valor. Em casos semelhantes, a Justiça analisa documentos e testemunhos para incidir sobre o compartilhamento de responsabilidades.
Caso siga sem decisão final, a apreensão permanece válida até eventual decisão definitiva. O processo pode gerar novas audiências e diligências nos próximos meses.
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