- Gisele Bündchen, 45, revelou que o segredo do seu sucesso foi manter-se fiel a si mesma durante a ascensão nas passarelas dos anos 1990.
- A gaúcha tornou-se uma das modelos mais bem pagas do mundo, associada ao que foi chamado de “retorno da modelo sexy” nas passarelas.
- Em entrevista à revista W, ela afirmou que confiança e saúde ajudam a transmitir sensualidade, mas que nunca tentou projetar imagem, apenas foi ela mesma.
- Ela disse que as rejeições ensinaram resiliência e que, além da aparência, chamou atenção a sua personalidade.
- Sobre o estilo de desfile, destacou a “walk horse” (caminhada de cavalo), que exigia equilíbrio com saltos altos e contribuiu para a percepção de força na passarela.
Gisele Bündchen, 45, abriu ao falar sobre a trajetória que a levou ao topo da moda. Em entrevista à revista W, a gaúcha explicou que a chave do sucesso foi manter-se fiel a si mesma, sem buscar uma imagem específica.
A modelo, reconhecida como uma das mais bem pagas do mundo, ressaltou que a ascensão nos anos 1990 ficou marcada pelo que chamou de retorno da modelo sexy às passarelas. Segundo ela, a autoconfiança foi essencial para o crescimento.
Ao longo da conversa, a estrela detalhou que as rejeições enfrentadas na época contribuíram para a resiliência e para a compreensão de que o valor não depende da aprovação alheia. A própria percepção da carreira mudou conforme o tempo.
Além da aparência, Bündchen destacou a importância da personalidade. Ela afirmou que a presença nas passarelas, o entusiasmo e a energia contribuíram para atrair a atenção do público e dos criadores.
A carreira contou ainda com um estilo próprio de desfilar, conhecido como walk horse (caminhada de cavalo). Segundo a modelo, esse jeito de andar transmitia força e equilíbrio, aliado ao condicionamento físico do corpo para saltos elevados.
Bündchen completou que cresceu no Brasil, mantendo ligação com o esporte e o corpo. Esses fatores, segundo ela, influenciaram a maneira como se movia na passarela e a forma como era percebida no ambiente da moda.
A entrevista reforça que, para a brasileira, desfile vai além de roupas: é uma expressão de confiança e autenticidade. O texto não acrescenta avaliações futuras, mantendo o foco nos relatos apresentados pela entrevistada.
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