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Elas ditam moda: nova tendência em vestidos de noiva ganha destaque

Autenticidade dita moda: noivas buscam vestes que reflitam identidade, com o branco ainda dominante e vestidos sob medida em alta

INSPIRAÇÃO - Dua Lipa com o noivo: tailleur da Schiaparelli cheio de atitude
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  • A tendência é a noiva assumir a própria identidade no look, sem abandonar o branco nem o véu, buscando autenticidade no topo do altar.
  • A festa de Dua Lipa na Sicília destacou o uso de um tailleur da Schiaparelli, seguindo a ideia de que não há único jeito de ser noiva.
  • Mesmo com a mudança, o tradicional permanece: o branco continua dominante e as referências à tradição continuam presentes.
  • O mercado global registra que cerca de setenta por cento das noivas buscam inspirações em Instagram e Pinterest para personalizar o visual, com vestidos sob medida movimentando cerca de 33,9 bilhões de dólares em 2025.
  • Como exemplo da nova mentalidade, a modelo Gabriele Marinho Sindona escolheu um vestido com influência dos anos cinquenta, recortes arquitetônicos e estrutura inesperada, combinando clássico e contemporâneo.

O universo dos vestidos de noiva passa por uma mudança silenciosa, mas cada vez mais perceptível. O branco continua dominante, mas a autenticidade ganha espaço como principal diferencial no altar.

A ideia é simples: a noiva quer parecer ela mesma, apenas mais bonita. A “protagonização” da história ganha força e desfaz a ideia de um único modelo ideal. O referência é a noiva como expressão de identidade.

O tema ganhou destaque com o casamento da cantora Dua Lipa, na Itália, na semana passada. A estrela optou por um tailleur da Schiaparelli, ecoando a ousadia de Bianca Jagger em 1971, quando escolheu o branco fora do molde tradicional.

Essa tendência não abandona os códigos clássicos. O branco continua predominante e o véu continua em alta, mas muda a relação da mulher com a tradição: vestir-se para si, em vez de apenas cumprir um papel.

Estudos globais indicam que cerca de 70% das noivas buscam referências em plataformas como Instagram e Pinterest para criar um visual mais pessoal. O mercado de vestidos sob medida movimentou cerca de 33,9 bilhões de dólares em 2025.

Nas passarelas, a busca por identidade aparece em formatos variados, desde minimalismo até volumes esculturais. O luxo passa a ser a versão que melhor representa quem sobe ao altar, sem limitar a expressão.

A modelo Gabriele Marinho Sindona exemplifica a mudança. Casou-se usando um vestido assinado por Gabrieli Furlan, inspirado no modelo princesa, mas com recortes arquitetônicos e toques dos anos 1950 para fugir do óbvio.

“Quero viver o sonho do vestido, sem abrir mão de autenticidade”, afirmou Gabriele, destacando a convivência entre tradição e personalização.

Especialista comenta a tendência: cresce o desejo de identidade e personalidade nas escolhas. Algumas noivas se reconhecem na ousadia de Dua Lipa, outras preferem silhuetas imponentes, sempre buscando refletir quem são.

A leitura comum é que, se a festa é da noiva, o vestido deve ser o espelho de quem sobe ao altar, mantendo o respeito às tradições enquanto amplia a liberdade de expressão. O movimento ganha força no mercado global. Fonte: VEJA.

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