- Celso Portiolli e o SBT são réus em uma Ação Civil Pública movida por entidades de proteção animal, relacionada a uma rã exibida no Domingo Legal, iniciada em abril.
- O processo pede indenização por danos morais coletivos, interrupção de supostas práticas de maus-tratos e retratação pública.
- Portiolli apresentou defesa em 9 de junho de 2026, afirmando que a participação da rã foi breve e incompatível com qualquer sofrimento, e que não houve violência intencional.
- O apresentador sustenta que não existem provas clínicas de danos à rã e contesta o parecer técnico, dizendo que exames diretos não foram realizados e que as conclusões se basearam em fotos e vídeos.
- Ele pediu para ser excluído do banco de réus, alegando que apenas apresentou o programa e que estresses momentâneos não configuram maus-tratos.
A defesa de Celso Portiolli foi apresentada no âmbito de uma Ação Civil Pública movida por entidades de proteção animal, relacionada a uma dinâmica exibida no Doming Legal com a participação de uma rã. O caso ganhou notoriedade após o episódio ter gerado acusações de crueldade e levar a medidas liminares contra o uso de animais no programa, em abril deste ano.
Os réus são o apresentador e o SBT, alvo do processo que busca reparação por danos morais coletivos e medidas para interromper supostas práticas de maus-tratos. As autoras alegam que a rã foi submetida a estresse intenso, manuseio inadequado e exposição excessiva a sons e luzes durante a gravação.
Além disso, a ação aponta riscos à integridade do animal e requer retratação pública, entre outras providências. A liminar emitida impôs limitações ao uso de animais em atrações e prevê multa de 100 mil reais em caso de descumprimento.
Defesa de Celso Portiolli
No dia 09 de junho de 2026, Portiolli protocolou a defesa nos autos, afirmando que a participação da rã foi curta e não corresponde às alegações de sofrimento. O apresentador disse ter apenas mostrado preocupação com o animal e afastou qualquer violência intencional, solicitando a exclusão do caso do seu nome no processo.
O artista afirmou ainda não haver provas clínicas presenciais de danos à rã e contestou a necessidade de demonstrações baseadas apenas em imagens. Segundo ele, estresses momentâneos não configuram maus-tratos, e as reações observadas não comprovam dor ou trauma.
Portiolli questionou o parecer técnico veterinário apresentado pelas entidades, alegando que não houve exame direto no animal e que as conclusões teriam se baseado em fotos e vídeos, além de construções hipotéticas.
O que se discute no processo
A acusação envolve a possível violação de normas de bem-estar animal durante a participação da rã no programa. As entidades solicitam indenização por danos morais coletivos, além de medidas para interromper práticas de maus-tratos e uma retratação pública. O SBT também figura como réu na ação.
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