- Jojo Todynho recusou o acordo proposto pelo Ministério Público na audiência de 26 de maio, em processo por suposta agressão com tapa a uma colega de faculdade de Direito em 2024.
- O caso envolve contravenção penal e tramita desde 2024; o Ministério Público tentava suspender o processo condicionalmente por dois anos.
- Durante o período de 24 meses, Jojo precisaria manter dados atualizados (endereço e telefone) e informar eventuais mudanças para não sofrer punição adicional.
- O juiz determinou que o processo siga e que a cantora apresente quatro testemunhas que pretende indicar, iniciando a produção de provas.
- Após essa fase de provas, pode haver o julgamento; não há indicação de prisão relacionada à recusa do acordo.
Jojo Todynho está no centro de um processo na Justiça após recusar um acordo com o Ministério Público em uma acusação de tapa em uma colega de faculdade de Direito. O caso foi a julgamento em audiência realizada em 26 de maio de 2026. A conciliação havia sido proposta para suspender o processo por dois anos, caso a cantora aceitasse os termos.
A denúncia envolve suposta agressão ocorrida em 2024, na instituição de ensino em que as duas estudavam. Segundo a acusação, a atitude caracteriza contravenção penal. Jojo faltou a uma audiência de conciliação em agosto de 2024 e, desde então, não houve acordo formal entre as partes.
O MP informou que a suspensão do processo poderia ocorrer mediante cumprimento de condições, incluindo atualização de dados da defesa e comunicação de mudanças de endereço e telefone durante o período de vigência. Não há confirmação de nova data para a audiência de conciliação.
Situação processual e próximos passos
O juiz responsável ordenou a continuidade do processo, recebendo a indicação de testemunhas por parte da defesa. Quatro pessoas estariam previstas para depor, conforme determinação judicial. A produção de provas deve ocorrer antes de qualquer decisão de mérito.
Jojo Todynho já enfrentava outras questões judiciais, sem relação direta com este caso. Também há menções a ações envolvendo indenização por exposição na web movidas por funcionários de estabelecimentos. A defesa não se manifestou publicamente sobre as novas etapas.
O andamento indica que, após a produção de provas, o tribunal poderá avaliar as acusações e, se cabível, apresentar a sentença. A timeline do caso depende do retorno da defesa para as próximas fases processuais.
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