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Kimmel compara festa de aniversário de Trump no UFC a mini 6 de janeiro

Kimmel, Stewart e Meyers criticam a festa de aniversário de Trump na Casa Branca, comparando a UFC a um “mini January Sixth” e destacando repercussões políticas

Jimmy Kimmel says Donald Trump’s recent birthday party had ‘all the refinement and prestige of a Hooters at the Vatican’. Photograph: YouTube
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  • Jimmy Kimmel destacou a celebração de Nova York após a vitória dos Knicks e chamou a festa de aniversário de Trump de “UFC no gramado da Casa Branca”, comparando-a a um evento que não uniu as pessoas.
  • O apresentador comparou a celebração de Trump a um “mini 6 de janeiro” e mostrou cenas de lutadores se preparando na Casa Branca, sugerindo tom especulativo e humorístico.
  • Jon Stewart questionou acordos com o Irã, comentou sobre a vitória dos Knicks e ressaltou a diferença entre a alegria da cidade e a cobertura de parte da mídia, defendendo a visão dos nova-iorquinos.
  • Seth Meyers afirmou que o acordo com o Irã não resolveu nada e citou o clima em Nova York, além de mencionar a queda do nome de Trump no Kennedy Center e a polêmica em torno da festa de UFC.
  • O ex-presidente está na França para a cúpula do G7; Kimmel brincou com o título do suposto livro de Trump e com a situação política atual.

No fim de semana, três apresentadores de late show acompanharam o impacto da vitória dos Knicks em Nova York e criticaram a festa de aniversário de Donald Trump na Casa Branca, que incluiu um combate de UFC no gramado. A cobertura destacou a diferença entre celebrações locais e o evento presidencial.

Jimmy Kimmel mostrou as celebrações locais em Nova York e comparou o evento com um momento que dividiu opiniões. O anfitrião ressaltou a violência em parte da cidade no mesmo período e criticou a organização da festa de aniversário de Trump, descrevendo o UFC no gramado da Casa Branca de forma satírica.

Kimmel também mencionou a percepção de que o evento não promoveu união, segundo a leitura do apresentador, que questionou o tom da ocasião. A comparação com a narrativa de tempos anteriores foi alvo de humor ácido, sem deixar de registrar o contexto político.

Repercussões na televisão

Jon Stewart, do Daily Show, questionou a lógica de realizar negócios de alto valor envolvendo o Irã, enquanto exibiu cenas da celebração dos Knicks e da circulação de imagens de ruas de Nova York. O apresentador reforçou a ideia de que New York manteve o clima de tranquilidade diante do fim de semana conturbado.

Stewart também abordou a cobertura de veículos de direita que tentaram multiplicar leituras negativas sobre a cidade. O humorista trouxe o tema do evento da Casa Branca, comparando com referências históricas e comentando de modo crítico a relação de Trump com o UFC.

Seth Meyers, no Late Night, comentou o que considerou avanços limitados na questão iraniana e descreveu o fim de semana na cidade como uma mistura de festas de rua com referências de cultura pop. O apresentador destacou a retirada do nome de Trump do Kennedy Center como tema de DC, gerando repercussão pública.

Sobre o evento na Casa Branca, Meyers citou a baixa popularidade do episódio e lembrou que a avaliação pública não acompanhou o tom promocional do UFC. O debate tratou também de temas diplomáticos, sempre com foco informativo e sem extrapolar para avaliações pessoais.

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