- Armie Hammer diz enfrentar dificuldades financeiras desde que saiu de Hollywood em 2021, mesmo com a herança da família.
- A fortuna da bisavó teria sido de US$ 800 milhões em 1990; cerca de US$ 180 milhões (R$ 916 milhões) seriam destinados ao pai dele, que faleceu em 2022, mas Hammer afirma não ter recebido nada desde então.
- Desde a saída de Hollywood, ele ficou sem ofertas, morando de favor na casa de amigos e foi demitido pela própria agência em 2021.
- Em 2023, o Ministério Público de Los Angeles decidiu não apresentar queixa contra o ator por insuficiência de provas.
- Hammer admite parte da responsabilidade pelo que aconteceu, diz não se considerar culpado e volta a trabalhar no longa Citizen Vigilante, com estreia nesta semana.
Armie Hammer afirmou, em entrevista recente, enfrentar dificuldades financeiras desde a sua saída da indústria cinematográfica em 2021, período em que ficou conhecido como o “ator mais cancelado de Hollywood”. Segundo o ator, nem a herança da família garantiu estabilidade financeira ao longo dos anos.
A história familiar aponta que o bisavô do ator acumulou uma forturna estimada em 800 milhões de dólares em 1990. Parte desse montante, cerca de 180 milhões de dólares, teria ficado com o pai de Hammer, Michael Armand Hammer, que faleceu em 2022. Hammer diz não ter recebido recursos significativos desde a morte do pai.
Após o afastamento de Hollywood, Hammer morou em várias casas de amigos durante viagens. A situação financeira foi destacada como parte da queda na carreira, que incluiu demissão, afastamento de projetos e isolamento público.
Na entrevista, Hammer reconhece parte da responsabilidade pelo seu cancelamento. Ele cita que foi alvo de acusações de estupro, abuso psicológico e sexual em 2021, além de ligações a mensagens associadas a canibalismo. Na época, abandonou projetos, perdeu contrato com a agência e se reclusou.
Em 2023, o Ministério Público de Los Angeles decidiu não apresentar queixa contra o ator, devido à insuficiência de provas. Hammer mantém a defesa de que não cometeu os crimes e afirma ter colaborado com o que classifica como falhas pessoais.
Ainda durante a conversa, ele disse que criou problemas para si mesmo e que não se considera culpado pelas acusações. O ator afirmou ter reconhecido impactos negativos que teve sobre outras pessoas ao longo do período de crise.
Aos poucos, Hammer retorna ao cinema. Ele aceitou a primeira proposta de trabalho em cinco anos e está envolvido no longa Citizen Vigilante, cuja estreia está programada para esta semana. Hammer não informou detalhes sobre o papel ou a produção.
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