- Angelina Jolie afirma que sente que o tempo de vida está se esgotando e falou sobre saúde em relação ao filme Vidas Entrelaçadas.
- Ela destaca o histórico familiar de câncer, lembrando que a mãe, Marcheline Bertrand, morreu de câncer de ovário aos 56 anos em 2007, e que a avó morreu jovem.
- A atriz diz que percebe que todos vão morrer e que não estamos aqui para sempre.
- Jolie afirma que, por causa dessas perdas, prepara seus filhos para a possibilidade de sua ausência, em vez de apenas para a figura de avós.
- Ela ressalta a importância de viver o momento presente diante da mortalidade.
Angelina Jolie afirmou que o tempo de vida parece estar se esgotando, em tom de reflexão sobre saúde e a herança familiar. A atriz concedeu a Variety uma entrevista sobre o filme Vidas Entrelaçadas, destacando o peso dessas questões em sua visão de futuro.
Na conversa, Jolie mencionou uma cena do filme que a fez refletir sobre a finitude e a importância de aproveitar o presente. Segundo ela, entender que todos podem morrer é um impulso para agir com mais urgência e cuidado com a própria saúde.
A família da artista é marcada por perdas precoces. Marcheline Bertrand, mãe de Jolie, morreu aos 56 anos em 2007, vítima de câncer de ovário, após lutar contra a doença por mais de sete anos. A avó de Jolie também já havia falecido, sem tempo suficiente para ver a neta crescer.
Nesse contexto, Jolie disse que educa os filhos de forma a lidar com a ausência futura. Ela afirma que, ao preparar os filhos para a própria ausência, busca transmiti-lhes a realidade da mortalidade, sem reduzir a vida ao medo da perda.
Contexto familiar
Essa linha de pensamento está conectada à experiência pessoal da atriz com o câncer na família. A reflexão citada pela artista reforça a percepção de que a saúde e o tempo de cada pessoa são aspectos centrais para escolhas cotidianas, inclusive na criação dos filhos.
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