- Maíra Cardi publicou um vídeo mostrando complicações após a aplicação de PMMA no rosto e marcas visíveis no rosto.
- A influenciadora afirmou que o produto está “tentando rasgar a cara” e mostrou “bolas” na face.
- Ela disse ter ido ao médico, que sugeriu cirurgia invasiva, mas que não poderia mexer na maçã do rosto para não correr o risco de paralisar a face.
- Foram apresentados dois cenários: abrir a face para raspar o PMMA ou, futuramente, fazer um furo para retirar o material por fora; ela ainda não decidiu.
- O objetivo do vídeo é alertar seguidores sobre riscos do PMMA; o Conselho Federal de Medicina proibiu o uso médico da substância como preenchedor, exceto em lipodistrofia associada ao HIV em unidades credenciadas pelo SUS.
Maíra Cardi, 42, expôs nesta semana complicações associadas ao PMMA (polimetilmetacrilato) aplicado no rosto. A influenciadora informou aos seguidores por meio de um vídeo que as marcas do preenchimento estão visíveis e causando desconforto.
No material, ela descreveu o produto tentando “rasgar” a pele, apresentando o aspecto de “bolas” na face. A empresária comentou que tem lidado com o quadro mantendo a serenidade, mesmo diante das dificuldades.
A médica que avaliou o caso explicou que a solução seria uma cirurgia invasiva, com risco de graves efeitos colaterais. A possibilidade de abrir um lado do rosto para remover o PMMA foi citada, mas haveria risco de paralisar parte da face.
Ela afirmou que, por ora, prefere aguardar e avaliar outras opções, já que a alternativa de cirurgia completa envolve risco elevado. A influenciadora também destacou a necessidade de alertar o público sobre os perigos do preenchimento.
AÇÕES E O QUE PODE SER PMMA
PMMA é uma substância usada no passado como preenchimento facial, associada a complicações a longo prazo. Hoje, o corpo médico costuma indicar alternativas como o ácido hialurônico, com menor risco de rejeição.
Contexto regulatório e desfechos
Em maio de 2026, o Conselho Federal de Medicina proibiu o uso médico do PMMA como preenchedor, tanto para estética quanto para reparo, exceto em lipodistrofia associada a HIV, em unidades de alta complexidade credenciadas pelo SUS.
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