- Bear, filho de Liam Payne, tem 9 anos e herdará £21,9 milhões da fortuna do cantor, estimada em cerca de R$ 144 milhões.
- Liam Payne faleceu em outubro de 2024, aos 31 anos, após cair da varanda de um hotel em Buenos Aires, Argentina.
- Como não deixou testamento, a legislação britânica determina a transferência dos bens ao descendente direto mais próximo.
- A mãe de Bear, Cheryl, e o advogado Richard Bray atuarão como administradores do espólio; parte da herança poderá custear despesas do menino antes dos 18 anos, com o restante em fundo fiduciário até a maioridade.
- A avaliação mais recente do patrimônio aponta £ 21,9 milhões, revisando queda em relação a £ 24,3 milhões calculados anteriormente.
Liam Payne, ex-membro do One Direction, faleceu em outubro de 2024, aos 31 anos, ao cair da varanda de um hotel em Buenos Aires, Argentina. O cantor não deixou testamento, segundo documentos oficiais. A morte ocorreu enquanto ele estava no exterior.
O herdeiro é Bear, filho de 9 anos de Payne. A posse da fortuna de aproximadamente £21,9 milhões (cerca de R$ 144 milhões) será transmitida ao descendente direto, conforme a legislação britânica aplicável à ausência de cônjuge ou união estável na época do falecimento. Os bens serão administrados pelos pais de Bear, com supervisão jurídica.
Documentos da Suprema Court of the United Kingdom and Wales, divulgados pelo Daily Mail, indicam que parte da herança poderá custear despesas do menor antes de completar 18 anos. O restante deve ficar em um fundo fiduciário até a maioridade. Cheryl, mãe de Bear, e o advogado Richard Bray atuarão como administradores do espólio.
Detalhes da avaliação e administração
Uma revisão de patrimônio aponta diferença entre valores. A avaliação anterior, de maio de 2025, estimava o patrimônio líquido em £24,3 milhões. Os documentos mais recentes fixam o espólio em £21,9 milhões, após deduções e obrigações. Não houve informações sobre dívidas adicionais.
Bear é o único herdeiro direto destacado no processo, já que Payne não era casado nem tinha união estável formalizada na época da morte. O caso segue sob a jurisdição britânica, com decisão de distribuição sujeita a requisitos legais e prazos de gestão.
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