- Robson Barros, um dos primeiros paquitos da Xuxa, morreu aos 57 anos no último sábado, 20, em São Paulo.
- Na sua última entrevista, realizada em 2020, ele comentou aprendizados da época de paquito e refl e xionou que a fama é passageira.
- Disse que a fama “acaba para todos” e que, mesmo assim, procurou aproveitar as oportunidades ao lado de família e amigos.
- Sobre a vida financeira, afirmou que não dava para ficar milionário naquela era, mas que o grupo abriu portas e rendia de forma adequada para a época.
- O velório ocorreu no Cemitério Parque do Morumby, na Zona Sul de São Paulo, e o sepultamento foi no Cemitério de Congonhas; ele deixou esposa, quatro filhos e uma neta.
Robson Barros, conhecido como Rob, foi um dos primeiros paquitos da Xuxa e faleceu aos 57 anos no último sábado, 20, em São Paulo. A família confirmou a morte, sem divulgar a causa.
A trajetória do artista ganhou destaque no Xou da Xuxa, no fim dos anos 1980, ao lado de colegas como Alexandre Canhoni, Cláudio Heinrich, Marcelo Faustini e Egon Jr. O grupo chegou a lançar discos, com faixas como Paquidance e Muito Prazer.
Em 2020, Barros participou de uma live promovida por Andréa Sorvetão, de onde tirou reflexões sobre a fama. Ele disse que a carreira abre portas, mas a fama é passageira e pode chegar ao fim.
Morte e trajetória
Barros nasceu em 1968, ficou conhecido por atuar como paquito e, após o fim do grupo em 1990, seguiu carreira nos bastidores da indústria musical, como produtor e empresário. Nos últimos anos, morava em São Paulo e dava prioridade à família.
O velório ocorreu no Cemitério Parque do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, com sepultamento no Cemitério de Congonhas. Ele deixa a esposa, quatro filhos e uma neta. O ex-integrante da equipe permanecia ativo nos círculos familiares e de negócios.
Entre na conversa da comunidade