- Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque promovem um encontro histórico em Parintins, reunindo as cunhãs-porangas do Garantido e do Caprichoso.
- As toadas Isa-a-Bela e Guerreira da Luta marcam a participação das duas no Bumbódromo e fortalecem a presença do boi-bumbá na cidade e na região.
- As performances das cunhãs ganharam projeção nacional por meio das participações no Big Brother Brasil, ampliando o alcance do festival.
- A Glamour de junho destaca a trajetória das artistas e o papel da indumentária na apresentação da cunhã-poranga.
- Para 26 a 28 de junho, o festival projeta mais de R$ 220 milhões na economia local, com hotéis esgotados e esquema de segurança especial, após recorde de público de mais de cento e vinte mil em 2025.
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque, cunhãs-porangas dos bois Garantido e Caprichoso, protagonizam um encontro histórico em Parintins. O tema foi a rivalidade entre as agremiações, discutida além da arena, com foco na cultura do boi-bumbá e na Amazônia. O momento ganhou destaque na Glamour de junho.
As duas figuras são conhecidas por suas participações no Big Brother Brasil, em 2024 e 2026, que ajudaram a levar as toadas tradicionais do boi-bumbá ao público nacional. As batidas de Isa-a-Bela e Guerreira da Luta ganharam novo impulso no cenário midiático.
O encontro ocorreu no contexto do Bumbódromo de Parintins, no Amazonas, com apresentações previstas de 26 a 28 de junho. A edição de 2025 do festival levou mais de 120 mil pessoas ao evento, segundo dados do Governo do Amazonas.
Segundo a reportagem, Isabelle e Marciele discutiram a trajetória até chegar a serem capas da Glamour de junho e refletiram sobre o papel do item cunhã-poranga para além da competição. A revista ressalta a relação entre tradição, identidade indígena e economia local.
Contexto do festival
O Festival Folclórico de Parintins completa mais de 60 anos de história e é impulsionado pela dinâmica entre Garantido e Caprichoso. As toadas tradicionais ajudam a popularizar o evento, que atrai turismo, investimento e debates sobre pautas socioambientais na região.
A estimativa de 2026 aponta fluxo turístico e econômica robustos para o Amazonas, com expectativa de geração de recursos para a cadeia hoteleira, agentes culturais e artesanato local, mantendo o festival como referência cultural da região.
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