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Isis Valverde comenta polêmica com ex-funcionária, afirma respeitar opiniões

Isis Valverde firma acordo de R$ 30 mil com ex-cozinheira em ação trabalhista, em seis parcelas de R$ 5 mil, encerrando o caso sem condenação

A atriz Isis Valverde
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  • Isis Valverde fechou acordo de R$ 30 mil com a ex-cozinheira Marcia Raimunda, na 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, dividido em seis parcelas de R$ 5 mil (25 de novembro de 2025).
  • Ação trabalhista alegava jornadas de 12 horas diárias com apenas 20 minutos de pausa; a defesa nega ilícitos e afirma que a atriz ofereceu casa e pagou curso de culinária.
  • O curso, voltado a cozinhas do lar, foi ministrado pela chef Lorena Abreu; defesa sustenta que Isis passava longos períodos fora do Rio, o que inviabilizaria jornadas de doze horas.
  • Márcia trabalhou para a atriz entre 2014 e 2021; o salário teria subido de R$ 1,5 mil para R$ 2,5 mil; processo anterior foi arquivado em 2024 por exigências processuais.
  • O acordo encerrou o processo sem condenação; a defesa afirma que a profissional foi tratada com educação e dentro da lei, e Isis disse respeitar opiniões, confiando que a verdade aparece.

Isis Valverde faz pronunciamento após acordo com ex-funcionária

A atriz Isis Valverde se manifestou nas redes sociais após fechar um acordo de 30 mil reais com a ex-cozinheira Marcia Raimunda, relacionado a uma ação trabalhista que tramitava na 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O acordo foi dividido em seis parcelas de 5 mil reais, com data de vigência em 25 de novembro de 2025, encerrando o processo sem condenação à artista.

Valverde afirmou ter respeito pelas opiniões das pessoas, mas negou acusações infundadas. A atriz disse confiar que a verdade virá à tona e agradeceu mensagens de apoio recebidas nas redes.

Ação trabalhista

A ex-cozinheira alegava jornadas de 12 horas diárias com apenas 20 minutos de pausa. A defesa de Valverde sustenta que a artista não violou direitos trabalhistas e que, durante o período em que a funcionária trabalhou para ela, houve a oferta de casa e custeio de um curso de culinária.

O curso citado, voltado à formação de cozinheiras do lar, contou com a participação da chef Lorena Abreu. A defesa também ressaltou que Valverde passava longos períodos fora do Rio de Janeiro devido a viagens, gravações e compromissos familiares, o que, segundo afirmado, inviabilizaria jornadas de 12 horas.

O que diz Márcia

Segundo o processo, Márcia trabalhou para Isis entre 2014 e 2021, acumulando funções além da cozinha, com salário que teria aumentado de cerca de 1,5 mil para 2,5 mil reais. Antes deste caso, a ex-funcionária já havia movido outra ação contra a atriz, arquivada em 2024 por questões processuais.

O novo acordo encerrou o litígio sem uma definição judicial sobre infrações trabalhistas. As informações são da defesa de Isis Valverde, representada pelo advogado Ricardo Brajterman, e de fontes envolvidas no caso.

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