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A história por trás dos looks virais da seleção do Congo na Copa do Mundo

Looks virais da República Democrática do Congo na Copa de 2026 elevam a cultura congolesa e impulsionam a carreira do estilista Alvin Mak

Os looks virais da seleção do Congo na Copa do Mundo foram assinados por Alvin Mak
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  • A República Democrática do Congo voltou à Copa do Mundo em 2026 vestindo ternos pretos de alfaiataria criados por Alvin Mak, estilista congolês radicado em Paris, em Houston.
  • O conjunto incluiu broches prateados em formato de leopardo e bolsas combinando, chamando a atenção das redes sociais.
  • O terno batizado de Moniama é feito em crepe de seda, com frente transpassada, único botão, ombros inclinados e cintura esculpida; há gola trompe‑l’œil e painel de veludo com estampa de leopardo, além de uma bolsa‑estrela com esteiras trançadas.
  • Mak produziu cinquenta e cinco ternos para jogadores e comissão técnica; a marca já recebeu mais de cem pedidos e abriu encomendas pelo site.
  • O designer planeja seguir com a seleção, preparar nova colaboração e estreia nas passarelas de Paris em janeiro de dois mil e vinte e sete.

O Congo voltou à Copa do Mundo em 2026 com estilo. A seleção desembarcou em Houston vestindo ternos pretos de alfaiataria, adornados com broches prateados em formato de leopardo e bolsas combinando. A escolha foi assinada pelo estilista Alvin Mak, de 30 anos, nascido no Congo e radicado em Paris.

Mak acompanhou a equipe durante a passagem pelo Texas. A presença do designer ocorreu em meio a restrições de viagem devido a um surto de ebola no Congo, que limitou a participação de congoleses no evento.

O compacto time criativo de Mak, formado por ele e três parceiros em Paris, contou com artesãos congoleses para produzir 55 ternos e as bolsas. O objetivo foi promover a cultura congolesa por meio da moda e gerar empregos locais.

O terno Moniama

Batizado de Moniama, o modelo é feito em crepe de seda, com frente transpassada e um botão. Ombros inclinados e cintura esculpida compõem o corte, com gola trompe-l’œil e painel de veludo com estampa de leopardo.

A produção inclui uma bolsa em formato de estrela, com esteiras trançadas à mão por artesãos africanos. A peça alia simbolismo cultural e acabamento técnico de alta costura.

Mak revelou à Vogue que abriu encomendas para ternos e bolsas pela internet. O designer já recebeu mais de 100 pedidos e pretende manter a produção com o Congo dominante.

Futuro e continuidade

Segundo Mak, há interesse de clubes e federações nacionais em colaborações semelhantes. Ele segue em Houston, após eventos de imprensa, antes de viajar a Los Angeles e retornar a Paris.

A marca de Mak planeja ampliar a equipe em Paris, mantendo cerca de 80% da produção artesanal no Congo. Em 2027, ele fará sua estreia nas passarelas em Paris, com a coleção inteiramente marcada pelo símbolo do leopardo.

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