- Bruna Marquezine relembrou a fase de intensa exposição do namoro com Neymar aos dezoito anos, em meio à novela I Love Paraisópolis.
- Ela afirmou ter enfrentado muita pressão da carreira e da vida pessoal exposta, o que a deixou vulnerável e levou a chorar frequentemente nos bastidores.
- A atriz relatou que houve uma reclamação no RH porque o choro atrapalhava a maquiagem.
- A experiência a fez sentir a síndrome da impostora, mas hoje diz que, com terapia, consegue olhar para aquela fase com afeto.
- Anos após o fim do relacionamento, Bruna diz enxergar o período com mais carinho e reconhece que a exposição deixou marcas.
Bruna Marquezine abriu uma janela para uma fase conturbada de sua vida. Em entrevista, a atriz relembrou a exposição de seu namoro com Neymar aos 18 anos, durante a época em que atuava em I Love Paraisópolis. Ela falou sobre a pressão de conciliar carreira e vida pessoal exposta.
Segundo Bruna, a novela enfrentava mudanças e não conquistava o público. Ela descreveu o peso de ser protagonista em meio a críticas, enquanto seu relacionamento ganhava holofotes fora da tela. A atriz afirmou que a combinação foi extremamente desgastante.
Ela revelou ainda que o emocional ficou abalado nos bastidores. Segundo a história, houve uma reclamação no RH de que chorava com frequência, o que, segundo ela, impactava a maquiagem. Esse episódio ficou marcado na sua percepção de si mesma.
A artista contou que a situação ajudou a desenvolver a síndrome da impostora, um momento que hoje ela enxerga com menos dor. Ela atribui a recuperação à terapia e ao tempo, que a levou a acolher a própria vulnerabilidade.
Anos depois, Bruna diz olhar para aquela fase com mais carinho, mesmo reconhecendo as marcas da exposição pública. O relato enfatiza o entendimento de que a relação com Neymar teve consequências pessoais relevantes, ainda presentes na memória.
Contexto e desdobramentos
A atriz enfatiza que o período foi uma escola emocional, com aprendizado sobre limites e autocuidado. A entrevista reforça a importância de tratar a saúde mental com cuidado, especialmente sob intensa visibilidade pública.
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