- Mulher brasileira foi condenada por perseguição a Jungkook, do BTS, incluindo tocar o interfone 133 vezes na casa da estrela.
- O início ocorreu em dezembro do ano passado, quando ela também deixou cartas e fotografias na porta, segundo a acusação.
- A pena foi de um ano de prisão, suspensa por dois anos, e a deportação da Coreia do Sul também é prevista, sujeita a recurso.
- Ela visitou a residência cerca de 22 vezes e chegou a violar uma ordem de afastamento de 100 metros emitida pela polícia.
- O juiz citou fatores atenuantes e disse que o risco de reincidência não era significativo.
A brasileira responsável por assediar o astro do BTS Jungkook foi condenada a prestação de serviços sob regime suspenso por um ano de prisão, por repetidas visitas à casa do cantor, inclusive com a campainha tocando 133 vezes em uma única ocasião. O caso ocorreu em Seul, na Coreia do Sul.
A mulher não foi identificada em registros públicos. Ela começou a seguir Jungkook em dezembro do ano passado, tentando deixar cartas e fotografias na porta da residência, alegando estar “apaixonada” pelo artista de 28 anos.
No primeiro registro, em 7 de dezembro, ela rondou a propriedade, arremessou objetos por cima do muro e empurrou bilhetes por frestas da porta. Dias depois, retornou e tocou a campainha 133 vezes, segundo o tribunal, demonstrando “obsessão extrema”.
Ela foi presa em 13 de dezembro após acompanhar uma entregadora até a entrada e entrar pela grade lateral da casa. Liberta no dia seguinte, recebeu apenas advertência para não se aproximar do local, o que não ocorreu.
Ao longo de semanas, as visitas continuaram, levando a polícia a emitir ordem de restrição para ficar a no mínimo 100 metros da residência. Em total, a cidade registrou cerca de 22 visitas ao imóvel.
No julgamento, o juiz ressaltou fatores atenuantes e informou que o risco de reincidência não foi considerado significativo no veredito.
Condenação e consequências
A sentença prevê uma pena suspensa de dois anos, com possibilidade de deportação da Coreia do Sul, caso não haja recurso vitorioso. A defesa pode recorrer, e o desfecho definitivo depende de próximos desdobramentos judiciais.
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