- Angelina Jolie, 51, afirmou não namorar desde o divórcio de Brad Pitt em 2016, em entrevista ao Yahoo.
- A declaração aconteceu durante a divulgação do drama Vidas entrelaçadas, em que a atriz diz estar pronta para uma nova fase e para viver com mais liberdade.
- A separação de Pitt teve longa disputa judicial e reduziu a exposição pública de Jolie, que tem se dedicado a projetos, direção, causas humanitárias e à maternidade.
- No filme, a personagem Maxine Walker é uma cineasta com diagnóstico de câncer de mama, o que a faz reavaliar relações passadas e identidade, tema ligado à trajetória da atriz.
- Jolie afirma que os filhos ajudam a trazer de volta quem ela é, mantendo o equilíbrio entre maternidade, vida afetiva e crescimento pessoal.
Angelina Jolie, 51, revelou não ter namorado desde o divórcio de Brad Pitt em 2016. A declaração foi feita em entrevista ao Yahoo, durante a divulgação do drama Vidas entrelaçadas, em que a atriz pode estar prestes a uma nova fase da vida.
Ela destacou que, após quase uma década separada, dedicou-se aos filhos e à família, com foco em projetos pessoais e trabalhos humanitários. A separação de Pitt envolveu disputa pela guarda dos filhos e pelo patrimônio, marcando o momento com grande repercussão.
Jolie diz que o tempo longe dos relacionamentos a fez repensar prioridades. Ao mesmo tempo, afirma que pode estar pronta para viver de forma mais livre e autônoma no futuro, sinalizando transformação pessoal em curso.
Vidas entrelaçadas e a relação com a história pessoal
O filme Vidas entrelaçadas traz a personagem Maxine Walker, cineasta que enfrenta um diagnóstico de câncer de mama. A obra, dirigida por Alice Winocour, dialoga com a trajetória de Jolie, que tornou pública a mutação BRCA1 em 2013.
A atriz vê no roteiro uma narrativa autêntica, sem reduzir a mulher a um diagnóstico. A produção enfatiza a continuidade da vida e a possibilidade de amar e cuidar da família mesmo diante de adversidades.
Ao lado dos filhos Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Vivienne e Knox, Jolie reforça uma relação próxima que influencia sua jornada de autodescoberta. Ela observa que a maternidade e a vida afetiva podem coexistir com a liberdade individual.
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