- Luana Piovani se manifestou sobre um contrato de 300 mil reais com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central para gravar um vídeo contra a PEC 65/2023.
- A divulgação foi publicada como publicidade, conforme defesa da atriz, que ressaltou a importância de sinalizar conteúdos desse tipo para o consumidor.
- A contratação foi revelada pela Folha de S.Paulo e consta em ata de reunião extraordinária do Conselho Regional do Sinal, que justificou a escolha pela atuação pública de Piovani em temas de interesse social.
- O pagamento teria sido realizado com recursos de contribuições mensais de servidores filiados ao sindicato.
- Piovani afirmou que só divulga conteúdos com os quais concorda e que não apoia a privatização do Banco Central; a defesa sustenta que tudo ocorreu dentro das regras.
A defesa de Luana Piovani ganhou novo impulso após a divulgação de um contrato de 300 mil reais com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central para a veiculação de um vídeo contrário à PEC 65/2023, que propõe mudanças na autonomia financeira e orçamentária da instituição. A repercussão ocorreu no contexto da campanha de oposição à proposta, alvo de debate público.
Segundo a ata de uma reunião extraordinária do Conselho Regional do Sinal, a contratação teve a leitura de que a atriz possuía atuação pública em temas de interesse social e em propostas consideradas prejudiciais à população, o que justificaria a escolha. O pagamento foi registrado como recurso proveniente das contribuições mensais dos servidores filiados ao sindicato.
A defesa de Piovani foi publicada nas redes sociais da atriz, que afirmou que todas as publicidades devem ser sinalizadas como tal para transparência do consumidor. A artista também ressaltou que só divulga conteúdos com os quais concorda e criticou a privatização do Banco Central, ao afirmar não apoiar essa medida. Em resposta a críticas, ela alegou que a mensagem foi produzida de acordo com sua visão e valores, mantendo o posicionamento público sobre o tema.
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