- Lilian Malta, artista que trabalha com Bone China, cruza o Atlântico para levar obras a Paris durante o Brésil à La Samaritaine – Bold Summer Edition.
- Suas peças exploram a relação entre matéria, transformação e delicadeza, inspiradas pela observação da natureza.
- Conchas, ninhos e estruturas orgânicas aparecem em sua produção, ainda que de forma não literal, buscando patterns, ritmos e tensões naturais.
- A artista integra um grupo restrito de criadores que trabalham com Bone China, técnica de porcelana conhecida pela delicadeza.
- Entre julho e agosto, as obras serão apresentadas em Paris, destacando a pesquisa de Malta sobre a matéria e seus desdobramentos.
Lilian Malta, artista brasileira conhecida pelo uso de Bone China, parte rumo a Paris com obras que exploram a relação entre matéria, transformação e delicadeza. A exposição destaca a delicadeza da porcelana na interpretação de temas naturais.
Formada originalmente em Biologia, a artista traduz padrões da natureza em peças cerâmicas. Conchas, ninhos e estruturas orgânicas aparecem como referência, mas a leitura enfatiza ritmos, tensões e transformações, não uma reprodução literal.
Entre julho e agosto, Malta participa do Brésil à La Samaritaine – Bold Summer Edition, em Paris, apresentando trabalhos que sintetizam sua pesquisa principal e o diálogo entre ciência e artes visuais.
Detalhes da mostra
A seleção em Bone China revela peças que enfatizam a fragilidade e a resistência da matéria. As obras, criadas a partir de observação natural, destacam a relação entre forma, processo e delicadeza.
A participação da artista insere a produção brasileira no circuito expositivo parisiense, com foco na interseção entre natureza e transformação, sem posicionamentos ou julgamentos.
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