- Juliano Cazarré negou acusações de assédio moral e de condições de trabalho exaustivas em processo movido por ex-babá da família.
- A ação busca indenização de R$ 225.686,20 e aponta jornadas de até quatorze horas, pagamento parcial de salário sem registro formal e acúmulo de funções.
- O ator alegou ter documentos e provas para contestar as acusações; afirmou que o pagamento informal teria sido solicitado pela funcionária, após salário de R$ 5.500 registrado em carteira.
- Sobre horários, disse que a babá não ficava na casa principal, mas em uma edícula, e que a criança caçula, Estevão, de dois anos, dava pouco trabalho por rotina de sono.
- Cazarré afirmou ter oferecido atendimento médico particular e citou tentativa de acordo pelo Sindicato dos Trabalhadores Domésticos no valor de R$ 8.500, que não foi aceito; manteve confiança na Justiça para apresentar provas.
O ator Juliano Cazarré negou nesta sexta-feira, 26, as acusações de assédio moral e condições de trabalho exaustivas em uma ação trabalhista movida por uma ex-babá que cuidou de sua família. O processo busca indenização de R$ 225.686,20 e envolve relatos sobre jornadas de até 14 horas diárias, pagamento considerado irregular e outras irregularidades.
Segundo o jornal O Dia, o colunista Daniel Nascimento detalha as alegações da ex-funcionária, que também mencionou acúmulo de funções, horários fora do expediente, restrições no acesso a atendimento médico e episódios de assédio moral. O pedido de indenização integra a manifestação inicial da ação.
Juliano Cazarré afirmou ter decidido falar publicamente diante do que descreve como injustiça. Ele, ao lado da esposa Letícia Cazarré, disse possuir documentos e provas para contestar todas as acusações. O ator afirmou que o pagamento informal teria sido uma solicitação da funcionária, que receberia salário de R$ 5.500 registrado em carteira, mas pediu descontos, demissão e recontratação com valor menor, com parte do pagamento sendo feito “por fora”.
Defesa do ator
Cazarré explicou que a acusação de despertar a babá no meio da noite não procede: a funcionária não dormia na casa principal, e sim em uma edícula, em uma suíte isolada dos quartos das crianças. Ele destacou ainda que a babá era responsável principalmente pelo filho caçula, Estevão, de 2 anos, que, segundo ele, seguia uma rotina que reduz dificuldades de atendimento. Os demais filhos não estariam sob supervisão em tempo integral.
A defesa também negou que o artista tenha impedido atendimento médico à ex-funcionária. Segundo ele, houve tentativa de acordo mediada pelo Sindicato dos Trabalhadores Domésticos, com proposta de R$ 8.500, valor que não foi aceito e levou a continuidade do processo com a contratação de aconselhamento jurídico. O ator afirmou manter a confiança na Justiça para apresentar as provas necessárias e esclarecer os fatos.
Entre na conversa da comunidade