- Penelope Keith morreu aos 86 anos, em sua casa em Surrey, após luta contra o câncer, conforme comunicado da família.
- A atriz foi premiada como Dame em 2014 pelos serviços às artes e à caridade.
- Era conhecida por The Good Life e To the Manor Born, e venceu dois Bafta: em 1977 e 1978.
- Nascida em 2 de abril de 1940, Penelope Keith iniciou na Royal Shakespeare Company em 1963, com carreira marcada no cinema, TV e teatro.
- Entre os papéis de destaque estão Margo Leadbetter em The Good Life e Audrey fforbes-Hamilton em To the Manor Born; também atuou em teatro e recebeu o Olivier em 1976.
Penelope Keith, atriz de The Good Life e To the Manor Born, morreu aos 86 anos. A família informou que ela faleceu de forma serena, em sua casa em Surrey, onde vivia há mais de cinco décadas, após combater o câncer. O comunicado pede privacidade neste momento.
Nascida Penelope Anne Constance Hatfield em 2 de abril de 1940, em Sutton, Surrey, Keith integrou a Royal Shakespeare Company em 1963. Atuou em Londres e Stratford em produções como The Wars of the Roses e teve passagens por séries de TV ao longo de sua trajetória.
Ela ganhou notoriedade nacional em 1975 com The Good Life, na BBC, interpretando a vizinha Margo Leadbetter. Venceu dois Bafta pela série, em 1977, e pela adaptação de The Norman Conquests, em 1978. Em 1979, destacou-se em To the Manor Born.
Carreira e reconhecimento
Keith também participou de musicais e peças de teatro, incluindo The Importance of Being Earnest, em que atuou como Lady Bracknell. Recebeu o Olivier de 1976 pela comédia Donkeys’ Years e dirigiu encenações, como How the Other Half Loves em 1994.
Ao longo da carreira, a atriz manteve forte vínculo com o teatro regional e londrino, além de ampliar sua presença televisiva com papéis marcantes emCinema e televisão britânicos. Seu talento foi reconhecido com o título de Dame, conferido em 2014 por serviços às artes e à caridade.
Trabalho humanitário e legado
Keith exerceu por três décadas a presidência da Actors’ Benevolent Fund, sucedendo Laurence Olivier na função após seu falecimento. Em 2024, enfrentou questionamentos sobre a gestão de um órgão de caridade, que acabou pedindo desculpas por falhas em processos envolvendo trustees.
Ela também foi trustee do Brooklands Museum, dedicado a automobilismo e aviação. A trajetória inclui ainda atuações premiadas no palco, participação em diversas produções e contribuição contínua à cultura e às causas beneficentes.
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