- Gabriel Kater, 26 anos, é destaque no formato de novelas verticais e revelou à coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia, que gravou a sua vigésima novela nesse formato e já começa a gravar a seguinte em dois dias.
- Ele explicou que o ritmo de trabalho é industrial: foram vinte novelas em um ano e dois meses, exigindo desapego rápido entre personagens.
- O ator descreveu um método próprio para transitar entre perfis opostos, entrando em um novo papel logo após o anterior.
- O sucesso nas redes aumentou o assédio privado, com mensagens de haters que, segundo ele, indicam um bom trabalho ao interpretar vilões detestáveis.
- O cenário da produção vertical mudou, passando de preconceito a investimentos de grandes empresas, como o Globoplay, e mantendo a ambição de atuar também em formatos tradicionais.
Gabriel Kater, 26 anos, é destaque nas redes sociais pela recente marca de 20 novelas verticais em pouco mais de um ano. Em entrevista exclusiva à coluna de Daniel Nascimento, no jornal O Dia, o ator revelou o ritmo intenso de gravações e o impacto do sucesso nas plataformas mobile.
O paulista natural de Presidente Prudente detalhou a rotina: após concluir a 20ª novela vertical, chamada Ele é selvagem, já está a caminho da 21ª produção. Disse que o ritmo é industrial e que entra e sai de personagens com agilidade, mantendo o foco para os próximos projetos.
Preconceito inicial e mudança de cenário
Kater afirmou que, no começo, o formato vertical era tratado com desdém por parte de profissionais da TV tradicional. Hoje, ele aponta a presença de grandes nomes e de empresas como o Globoplay investindo no formato, evidenciando a consolidação do mercado.
Assédio e percepção do público
O ator comentou o aumento de mensagens diretas nas redes sociais, principalmente por papéis vilões. Segundo ele, receber críticas positivas do público, mesmo quando há rejeição, costuma indicar que o trabalho atingiu o objetivo dramático.
Planos e aspirações
O intérprete ressaltou que o vertical financiou sua carreira e lhe deu estabilidade. Ao mesmo tempo, manteve o sonho de atuar em novelas da Globo ou em cinema, mantendo a ambição de transitar entre teatro musical, televisão e cinema, sem abrir mão da atuação como profissão principal.
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