O reality show As Patroas, idealizado pelos ex-participantes do BBB Viih Tube e Eliezer com empregados de sua própria residência, foi levado à Justiça do Trabalho após uma onda de críticas nas redes sociais um dia após a estreia. Com a repercussão negativa, o casal decidiu tirar o programa do ar, que colocava os 11 […]
O reality show As Patroas, idealizado pelos ex-participantes do BBB Viih Tube e Eliezer com empregados de sua própria residência, foi levado à Justiça do Trabalho após uma onda de críticas nas redes sociais um dia após a estreia. Com a repercussão negativa, o casal decidiu tirar o programa do ar, que colocava os 11 funcionários da casa para competir por dinheiro e outras vantagens.
Questionado pelo Estadão, o Ministério Público do Trabalho (MPT) afirmou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
Viih Tube e Eliezer ainda não se pronunciaram sobre o episódio. Além disso, a equipe da influenciadora foi procurada pela reportagem e ainda não respondeu.
Participavam do reality babás, motorista, cozinheira, lavadeira e a governanta da casa, que disputavam provas com premiação total de até R$ 60 mil. O primeiro colocado ganharia R$ 20 mil, somados ao que fosse acumulado durante as dinâmicas, enquanto o segundo lugar ficaria apenas com o valor conquistado nas provas. Além disso, existiam ainda prêmios como uma motocicleta em jogo.
A publicação dos episódios estava prevista para terças e sábados, com dez capítulos ao todo até a revelação do vencedor. Antes de sair do ar, cerca de cinco episódios já haviam sido gravados, de acordo com Viih Tube.
As polêmicas surgiram principalmente por causa das provas: em uma delas, os participantes tinham que procurar moedas de plástico que haviam sido escondidas pela casa. Algumas estavam dentro de um vaso sanitário e em uma lixeira com papel higiênico usado.
Outro ponto que gerou desconforto foi a obrigatoriedade da presença dos funcionários nas gravações, mesmo para aqueles que não trabalhavam diariamente na residência, com risco de eliminação. A primeira vencedora ganhou R$ 1 mil, além de um prêmio a ser escolhido pelo público, entre massagem, jantar ou o direito de entrar uma hora mais tarde no trabalho durante a semana. As informações são do Estadão.
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