- Netinho, 59 anos, está na quarta sessão de quimioterapia ambulatorial em Salvador para tratar linfoma.
- Ele afirma estar na fase mais sensível do tratamento e, por isso, ajustou a rotina, ficando isolado em casa sem visitas.
- O artista cancelou exercícios diários de voz e reduziu banhos de sol ao meio-dia, para não comprometer a recuperação.
- Segundo ele, a última sessão, realizada na sexta-feira, não trouxe efeitos colaterais, dor ou incômodo.
- Em maio, ele havia anunciado a volta do linfoma após remissão anterior; o câncer é do tipo linfoma não Hodgkin.
Netinho, de 59 anos, atualizou seu estado de saúde neste sábado. O baiano está em quarta sessão de quimioterapia ambulatorial para tratar um linfoma, em Salvador. O comunicado veio por meio das redes sociais do artista.
O cantor afirmou estar na fase mais sensível do tratamento, o que o levou a ajustar a rotina para evitar infecções e manter o máximo de equilíbrio. Ele permanece isolado em casa, sem visitas, e interrompeu atividades físicas.
Também informou que não pode se encontrar com pessoas nem receber visitas em casa. Reduziu a exposição ao sol ao meio-dia e cancelou exercícios diários de voz. Em relação à última sessão, realizada na sexta-feira, relatou efeito colateral zero.
Tipo de câncer
Netinho foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin, doença que se inicia no sistema linfático e pode se disseminar de forma desordenada pelo corpo. Existem mais de 60 subtipos de linfoma, com evoluções distintas, segundo especialistas.
Entre os principais sinais estão aumento de gânglios, suor noturno, febre, coceira e perda de peso sem causa definida. O Inca aponta que fatores como imunossupressores, HIV, infecções e exposição a substâncias químicas podem influenciar o risco.
A instituição também destaca que a incidência de linfoma não Hodgkin vem aumentando nos últimos 25 anos, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos. A maioria dos casos ocorre entre homens, segundo dados nacionais.
Contexto e fatores de risco
Entre os fatores de risco mencionados pelo Inca estão imunossupressão, infecção por HIV, infecções por Epstein-Barr e HTLV1, além de exposições a radiação e a certos químicos. A presença de tais fatores pode elevar a probabilidade de desenvolvimento do linfoma não Hodgkin.
O tratamento depende do subtipo específico e da extensão da doença, com opções que incluem quimioterapia, radioterapia e terapias-alvo. A comunidade médica acompanha o caso de Netinho como parte do panorama público sobre o tema.
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