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Fernanda Torres reflete sobre sua trajetória e o impacto da arte em textos para a piauí

- Fernanda Torres, atriz e escritora, ganhou o Oscar com "Ainda Estou Aqui". - Seus textos na piauí refletem sobre teatro, cinema e experiências pessoais. - Em 2006, abordou os medos da profissão e suas superstições antes de atuar. - Torres analisou a obra de Hany Abu-Assad, destacando sua visão crítica do Ocidente. - A coletânea de seus textos revela a evolução de sua carreira e reflexões profundas.

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A atriz Fernanda Torres, estrela do filme Ainda Estou Aqui, que conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional em 2 de fevereiro de 2024, tem uma trajetória de colaboração com a revista piauí. Seus textos, que vão de reflexões sobre a carreira a análises cinematográficas, revelam sua visão sobre o mundo das artes. Em um […]

A atriz Fernanda Torres, estrela do filme Ainda Estou Aqui, que conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional em 2 de fevereiro de 2024, tem uma trajetória de colaboração com a revista piauí. Seus textos, que vão de reflexões sobre a carreira a análises cinematográficas, revelam sua visão sobre o mundo das artes. Em um de seus primeiros artigos, publicado em dezembro de 2006, ela compartilha os medos da profissão, destacando o temor de esquecer falas e as superstições que cercam os atores, como a necessidade de pisar no palco com o pé direito.

Em abril de 2007, Torres escreveu sobre Bráulio Mantovani, roteirista de Cidade de Deus, refletindo sobre suas experiências em São Paulo e o impacto do teatro em suas vidas. Em julho de 2009, a atriz analisou a obra do diretor palestino Hany Abu-Assad, ressaltando a perspectiva única que ele traz ao discutir questões contemporâneas, como a eleição de Barack Obama. Torres também é autora de romances e, em agosto de 2009, publicou Deus é Química, um diálogo fictício ambientado em um tiroteio em Ipanema.

Nos anos seguintes, ela continuou a explorar temas variados, como a correspondência do ator britânico John Gielgud e suas próprias experiências em projetos cinematográficos, como o filme Kuarup. Em 2013, publicou o conto Álvaro, e em 2015, prestou homenagem à crítica de teatro Barbara Heliodora. Seu último texto na piauí, de outubro de 2015, reflete sobre a influência de Spalding Gray no teatro. A coletânea de seus escritos está disponível para leitura, reunindo uma rica contribuição ao debate cultural brasileiro.

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