A música urbana, especialmente o reguetón, está muito popular na Espanha. Em 2024, Myke Towers foi o artista mais ouvido, enquanto Karol G teve a canção mais tocada do ano. Durante o verão, ela fez shows no estádio Santiago Bernabéu, atraindo cerca de 60 mil pessoas por noite. O reguetón representa mais de 35% das músicas nas discotecas, onde a dança e a estética latina são comuns. A aceitação desse gênero reflete uma “globalização da latinidade”, com artistas ganhando mais reconhecimento e colaborando com músicos de outros estilos. Além disso, a moda masculina também mudou, com jovens adotando estilos inspirados em ídolos latinos e focando em características valorizadas na cultura, como a forma das pernas e glúteos.
A música urbana, especialmente o reguetón, tem conquistado a Espanha, com Myke Towers sendo o artista mais ouvido em 2024. Durante o verão passado, Karol G fez história ao atrair cerca de 60 mil pessoas por noite em quatro shows no estádio Santiago Bernabéu, destacando-se com a canção mais reproduzida do ano.
O reguetón representa mais de 35% das músicas tocadas nas discotecas, onde a dança e a estética latina se tornaram predominantes. A presença de artistas como Bad Bunny e Feid tem influenciado a cultura local, atraindo um público diversificado que aprende a dançar e adotar estilos característicos do gênero.
A aceitação do reguetón na Espanha reflete uma “globalização da latinidade”, conforme apontado por um estudo da Universidade de Nebrija. Fatores como o aumento do poder aquisitivo dos artistas e suas colaborações com músicos anglosaxões têm contribuído para essa mudança de percepção.
Além disso, a estética urbana tem impactado a moda masculina, com jovens adotando cortes de cabelo e estilos inspirados em ídolos latinos. Andrés García Maso, criador da conta de Instagram Mi Bello Madrid, observa que as rotinas de treino também mudaram, priorizando características valorizadas na cultura latina, como a forma das pernas e glúteos.
Entre na conversa da comunidade