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Ego Kill Talent se prepara para abrir shows do System of a Down no Brasil em maio

Ego Kill Talent enfrenta críticas enquanto se prepara para abrir shows do System of a Down no Brasil, após mudanças na formação e sonoridade.

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A banda Ego Kill Talent, que já abriu shows de grandes nomes como Metallica e Linkin Park, se prepara para a turnê do System of a Down no Brasil em maio. Apesar de seu histórico, a banda enfrenta críticas por sua presença frequente em festivais e mudanças na formação, especialmente com a nova vocalista Emmily Barreto. Algumas pessoas questionam o favoritismo da produtora 30e, mas o fundador Theo Van der Loo afirma que a escolha da banda de abertura é feita pelos artistas internacionais. A baixista Cris Botarelli acredita que a insatisfação é resultado da falta de espaço para o rock nacional. Emmily, que entrou na banda em 2022, lançou um novo single que fala sobre sua experiência pessoal e trouxe uma nova estética ao grupo. A mudança na formação gerou reações mistas, com a saída de alguns fãs e a chegada de novos, e Emmily comentou sobre o preconceito que enfrentou, defendendo que a qualidade da música deve ser o foco. A Ego Kill Talent foi formada em 2014 por músicos experientes e ganhou destaque ao se apresentar no Lollapalooza, além de ter uma amizade com o System of a Down que começou em 2011.

Ego Kill Talent enfrenta críticas e se prepara para abrir shows do System of a Down no Brasil

A banda de rock Ego Kill Talent, conhecida por abrir shows de grandes nomes internacionais como Metallica e Linkin Park, prepara-se para a turnê brasileira do System of a Down em maio. Apesar do currículo, o grupo enfrenta críticas sobre sua frequente presença como atração de abertura e mudanças em sua formação.

Parte do público e de outros artistas questiona a repetição da Ego Kill Talent em festivais, acusando a produtora 30e de favorecimento. Theo Van der Loo, fundador da banda, minimiza as críticas, afirmando que a escolha da banda de abertura é sempre do artista internacional.

A baixista Cris Botarelli acredita que a insatisfação reflete a falta de espaço para o rock nacional. “A dor é por uma cena que não tem tanto espaço para se desenvolver”, pontua. A banda ressalta que a relação com as bandas internacionais é resultado de anos de trabalho e indicações.

A chegada da vocalista Emmily Barreto, em 2022, e de Cris Botarelli no baixo, em 2024, trouxe mudanças à formação e à sonoridade da banda. O novo single, “Reflecting Love”, aborda a experiência de Barreto ao se assumir lésbica para a família e apresenta uma estética mais vibrante.

A mudança na formação gerou reações mistas, com a saída de fãs antigos e a chegada de novos, vindos da Far From Alaska. Barreto expressou surpresa com o preconceito, afirmando que a qualidade da música deve ser o critério de avaliação.

A história da Ego Kill Talent começou em 2014, com a união de músicos experientes como Jean Dolabella, ex-Sepultura, e Raphael Miranda. A banda lançou seu primeiro EP em 2016 e ganhou projeção ao se apresentar no Lollapalooza. A amizade com o System of a Down remonta a 2011, quando os fundadores da Ego Kill Talent trabalharam como promotores de shows e conheceram os músicos armênios.

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