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Filme sobre Rita Lee apresenta boa didática, mas deixa de lado obras marcantes

Documentário "Ritas" estreia em fevereiro de 2025 e analisa a carreira de Rita Lee, mas deixa lacunas na cronologia de sua discografia.

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O documentário “Ritas”, dirigido por Oswaldo Santana e Karen Harley, vai estrear nos cinemas em 22 de fevereiro de 2025. Ele fala sobre a carreira de Rita Lee, uma grande artista da música brasileira, famosa por seu trabalho no rock e na MPB. O filme tenta explicar a trajetória de Rita, mas tem críticas por não seguir a cronologia de seus álbuns de forma completa. Ele mostra a diversidade da carreira dela, desde os tempos com Os Mutantes até sua fase solo, incluindo projetos como Cilibrinas do Eden e Tutti Frutti. Apesar de algumas partes importantes estarem faltando, como discos significativos, “Ritas” se destaca por ter uma visão mais organizada sobre a artista em comparação com outros documentários. A montagem é rápida e traz várias músicas que refletem a essência de Rita Lee, reafirmando sua importância na cultura brasileira.

O documentário Ritas, dirigido por Oswaldo Santana e Karen Harley, estreia nos cinemas em 22 de fevereiro de 2025. A produção explora a carreira de Rita Lee, uma das maiores ícones da música brasileira, reconhecida por sua contribuição ao rock e à MPB.

O filme apresenta uma análise didática da trajetória de Rita, mas enfrenta críticas por lacunas na cronologia de sua discografia. A narrativa se desvia do interessante mergulho cronológico na carreira da artista, especialmente na segunda metade, onde se perde a conexão com seus álbuns mais significativos.

Ritas destaca a multiplicidade criativa de Rita Lee, desde sua passagem por Os Mutantes até sua carreira solo, incluindo projetos como Cilibrinas do Eden e Tutti Frutti. A obra busca entender a riqueza de sua contribuição musical, embora algumas ausências sejam notadas, como a omissão de discos importantes.

O documentário se diferencia de outras produções, como Rita Lee: Mania de Você, ao apresentar um pensamento mais estruturado sobre a artista. Enquanto o filme da Max carece de profundidade, Ritas oferece uma visão mais abrangente, embora ainda deixe de lado alguns momentos cruciais da carreira de Rita.

A montagem do filme é ágil e inclui uma seleção de números musicais que capturam a essência da artista. Apesar de algumas falhas, Ritas reafirma a importância de Rita Lee na cultura brasileira, mostrando que, embora existam muitas facetas dela, nunca haverá outra como ela.

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