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Público forma fila de seis horas para encontro com Chimamanda na Bienal do Livro

Chimamanda Ngozi Adichie atraiu multidões na Bienal do Livro do Rio, onde suas narrativas africanas impactaram profundamente os presentes.

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Maria Aparecida Moreira, professora aposentada de São José (SC), esperou seis horas na fila para ver a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie na Bienal do Livro do Rio. A autora, famosa por suas histórias que mostram a cultura africana, participou de um bate-papo mediado pela atriz Taís Araujo. Maria Aparecida, que mudou sua passagem de volta para assistir ao evento, disse que usa os textos de Chimamanda em suas aulas. Ao lado dela, Tessi Carvalho, professora de inglês, também enfrentou a longa espera e brincou que a expectativa era como ver a Beyoncé. O evento atraiu uma grande multidão, com muitas pessoas assistindo do lado de fora, já que o espaço comportava apenas 500 pessoas. Karem Galembeck, estudante de 26 anos, comentou que Chimamanda teve um papel importante em sua vida durante a pandemia. Tessi destacou que as histórias da autora mostram diferentes perspectivas da África, além da pobreza, o que enriquece a narrativa. O evento, realizado em 13 de outubro, reforçou a Bienal como um espaço importante para a troca cultural e literária.

Seis horas na fila. Esse foi o tempo que Maria Aparecida Moreira, professora aposentada de São José (SC), aguardou para ver Chimamanda Ngozi Adichie na Bienal do Livro do Rio. A nigeriana, uma das autoras mais influentes da atualidade, participou de um bate-papo no Palco Apoteose, mediado pela atriz Taís Araujo. A autora é admirada por suas narrativas que trazem à tona a riqueza da cultura africana.

Maria Aparecida, que alterou sua passagem de volta para poder assistir ao evento, destacou a importância de Chimamanda em sua carreira docente. “Trabalho os textos dela em sala de aula”, afirmou. Ao lado dela, Tessi Carvalho, professora de inglês, também enfrentou a longa espera. Ambas se revezavam na fila para garantir um bom lugar. “Vai ser como se fosse a Beyoncé”, brincou Tessi, referindo-se à expectativa do público.

A presença de Chimamanda atraiu uma multidão. O espaço do Palco Apoteose comportava 500 pessoas, mas muitos assistiram do lado de fora. Karem Galembeck, estudante de 26 anos, estava entre os que se aglomeravam na grade. “Ela teve um papel crucial na minha vida durante a pandemia”, disse Karem, ressaltando a relevância das perspectivas que a autora traz para sua geração.

Tessi Carvalho também comentou sobre o impacto das histórias de Chimamanda. “Ela mostra outras perspectivas africanas, não apenas a pobreza”, destacou. Essa abordagem enriquece a narrativa e desafia a visão estereotipada da África. O evento, que ocorreu no dia 13 de outubro, reafirma a importância da Bienal como um espaço de troca cultural e literária.

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