- O novo romance de Edney Silvestre, “O último Van Gogh”, chega às livrarias em setembro.
- Este é o primeiro lançamento do autor desde “Amores improváveis”, de 2021.
- A obra apresenta dois narradores: Vincent van Gogh, nos meses finais de sua vida, e um michê no Brasil contemporâneo.
- A narrativa se passa entre julho de 1890 e o Brasil do século XXI, envolvendo o sequestro de uma pintura do artista.
- O livro explora a conexão entre passado e presente, abordando temas como arte e relações humanas.
Chega às livrarias em setembro “O último Van Gogh” (Globo Livros), o novo romance de Edney Silvestre. Este é o primeiro lançamento do autor desde “Amores improváveis”, de 2021. O livro apresenta dois narradores: o pintor Vincent van Gogh, nos meses finais de sua vida, e um michê no Brasil contemporâneo, que se envolve no sequestro de uma obra do artista.
A narrativa se desenrola entre julho de 1890, quando Van Gogh faleceu em Auvers-sur-Oise, na França, e o Brasil do século XXI. O michê, que vive em um contexto urbano e contemporâneo, descobre que uma pintura do mestre holandês, considerada destruída durante os bombardeios de Dresden, está escondida em um apartamento no Leblon.
Silvestre, conhecido por explorar temas complexos e contemporâneos, utiliza essa dualidade de narradores para criar uma conexão entre passado e presente. A obra promete instigar reflexões sobre a arte, a vida e as relações humanas, além de trazer à tona a importância de Van Gogh na história da pintura.
Com “O último Van Gogh”, o autor busca não apenas entreter, mas também provocar uma análise crítica sobre a valorização da arte e suas implicações na sociedade atual. A expectativa é alta para este lançamento, que já gera discussões sobre a relevância do artista e sua obra na contemporaneidade.
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