A série “Vale o escrito”, disponível no Globoplay, gerou grande repercussão e curiosidade sobre os bastidores do jogo do bicho, levando a um aumento de podcasts e textos nas redes sociais. Um dos nomes que se destacou foi o de Shanna Garcia, neta de Miro Garcia e filha de Waldomiro Paes Garcia, conhecido como Maninho. […]
A série “Vale o escrito”, disponível no Globoplay, gerou grande repercussão e curiosidade sobre os bastidores do jogo do bicho, levando a um aumento de podcasts e textos nas redes sociais. Um dos nomes que se destacou foi o de Shanna Garcia, neta de Miro Garcia e filha de Waldomiro Paes Garcia, conhecido como Maninho. Recentemente, com o lançamento de “Os donos do jogo”, uma nova série de ficção sobre contravenção, o interesse pelo tema ressurgiu, especialmente em relação à personagem inspirada em Shanna, interpretada por Giullia Buscacio.
Shanna, que se tornou uma figura pública após a série, expressou suas emoções em entrevistas, especialmente sobre suas divergências com a irmã gêmea, Tamara, e a relação com sua família. Atualmente, ela vive como empresária no interior de São Paulo e investe em cavalos, mas não esconde o desejo de explorar novas oportunidades profissionais. “Adoraria experimentar algo novo”, afirmou, mencionando a necessidade de um agente para ajudá-la a navegar em outras áreas.
Apesar de seu interesse em novas produções, Shanna revelou que não conseguiu assistir ao documentário sobre sua vida exibido na Globo, que reconta eventos traumáticos, como o assassinato de seu pai e um atentado que sofreu. “Não terminei [o documentário]… Não sei se porque é muito forte, muita emoção,” explicou. Ela também manifestou curiosidade sobre a nova série, mas reconheceu que a ficção pode não refletir com precisão sua realidade.
Shanna comentou sobre a diferença entre histórias contadas por quem viveu experiências reais e aquelas retratadas por personagens. “Uma história contada por quem viveu é bem diferente da contada por personagens,” destacou, alertando para o risco de distorções na narrativa. A autenticidade de sua vivência traz um peso que pode ser difícil de capturar em uma produção ficcional.
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