Ralph Fiennes apresentou seu novo filme “The Return”, dirigido por Uberto Pasolini, no Festival Internacional de Cinema de Barcelona, onde recebeu um prêmio honorário. O filme é uma adaptação da parte final de “A Odisseia”, com Fiennes interpretando Ulisses, um herói marcado por traumas da guerra. Durante a apresentação, ele falou sobre a importância do arco de Ulisses como símbolo de recuperação e identidade. Fiennes destacou que o arco representa a pureza e a oportunidade de um novo começo, ajudando Ulisses a recuperar sua integridade e propósito após anos de sofrimento. Ele também mencionou o treinamento que fez para o papel, que exigiu um físico que refletisse a dor e a luta do personagem. O filme, que se concentra no retorno de Ulisses a Ítaca, foi filmado em locais que evocam a cultura mediterrânea e explora temas de família e reconstrução após a guerra. Fiennes expressou seu interesse por personagens complexos e a conexão entre a história clássica e a experiência humana atual.
Ralph Fiennes apresentou o filme The Return no Festival Internacional de Cinema de Barcelona, onde recebeu um prêmio honorário. A obra, dirigida por Uberto Pasolini, adapta a parte final de A Odisseia, com Fiennes interpretando Ulisses, um herói marcado por traumas da guerra.
Durante a apresentação, Fiennes destacou a importância do arco de Ulisses como símbolo de recuperação e identidade. Ele enfatizou que o personagem, ao retomar seu arco, recupera sua integridade e poder. “O arco é um símbolo poderoso. Representa a chance de um tiro preciso, de atingir o alvo”, afirmou o ator.
Fiennes, que passou por treinamento intensivo para o papel, mencionou que o físico de Ulisses reflete sua jornada emocional. “É importante que o exterior dele mostre a dureza de suas experiências”, disse. O diretor Pasolini também elogiou a atuação de Fiennes e a complexidade do personagem, que expressa o que hoje poderíamos chamar de estresse pós-traumático.
The Return foca na volta de Ulisses a Ítaca, omitindo elementos clássicos como Polifemo e as sereias. Pasolini explicou que a obra é uma reflexão sobre a reconstrução familiar após anos de guerra. O filme foi filmado em locações na Grécia, incluindo Corfu e o Castelo de Chlemoutsi, que representa Ítaca.
Fiennes, que sempre teve interesse em mitologia grega, destacou que seu Ulisses não é um herói clássico, mas um homem exausto e psicológico. Ele expressou que a obra dialoga com a universalidade da experiência humana, abordando temas de perda e identidade.
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