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Idosos preferem videogames a teatros e bibliotecas, revela pesquisa recente

- Pesquisa revela que 20% dos idosos jogaram videogames no último ano. - Videogames superam teatro (18%) e bibliotecas (15%) entre os mais velhos. - Estudo entrevistou 19.500 brasileiros, com foco em 60 anos ou mais. - Leitura é a atividade cultural mais praticada por 51% dos idosos. - Baixa escolaridade e falta de internet reduzem acesso a atividades culturais.

Os videogames têm se mostrado uma opção de entretenimento popular entre os idosos, superando atividades culturais tradicionais como idas a teatros e bibliotecas. Segundo a pesquisa Cultura nas Capitais, realizada pela consultoria JLeiva Cultura & Esporte em parceria com o Instituto Datafolha, 20% das pessoas com mais de 60 anos acessaram jogos eletrônicos nos últimos […]

Os videogames têm se mostrado uma opção de entretenimento popular entre os idosos, superando atividades culturais tradicionais como idas a teatros e bibliotecas. Segundo a pesquisa Cultura nas Capitais, realizada pela consultoria JLeiva Cultura & Esporte em parceria com o Instituto Datafolha, 20% das pessoas com mais de 60 anos acessaram jogos eletrônicos nos últimos 12 meses, em comparação com 18% que frequentaram teatros e 15% que visitaram bibliotecas.

A pesquisa, que entrevistou 19.500 brasileiros em todas as 27 capitais do país, revelou que a leitura continua sendo a atividade cultural mais praticada entre os idosos, com 51% dos entrevistados afirmando que a leem. No entanto, o acesso a jogos eletrônicos é significativamente maior entre faixas etárias mais jovens, com 83% dos jovens de 16 a 24 anos jogando videogame, em contraste com 72% que leem.

Os dados também indicam que, à medida que a idade avança, o acesso a atividades culturais diminui. Entre pessoas de 35 a 44 anos, 56% jogam videogame, enquanto 64% leem. A escolaridade é um fator determinante, pois idosos com ensino fundamental têm menos da metade do acesso às atividades culturais analisadas, exceto a leitura. Aqueles sem acesso à internet nos últimos 12 meses também apresentam números baixos, com apenas 11% participando de feiras de livros, em comparação com 21% da média geral.

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